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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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9
|Romanos 4:9|
¶ E korerotia ana ranei tenei haringa mo te kotinga, mo te kotingakore ano ranei? e mea ana hoki tatou, I whakairia tona whakapono hei tika mo Aperahama.
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10
|Romanos 4:10|
He pehea ra te whakairinga? i a ia i te kotinga, i te kotingakore ranei? He teka i a ia i te kotinga, engari i te kotingakore:
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11
|Romanos 4:11|
A riro ana i a ia te kotinga hei tohu, hei hiri mo te tika o tona whakapono, i a ia i te kotingakore: kia waiho ai ia hei matua ki te hunga katoa e whakapono ana, ahakoa kahore ratou i kotia, kia whakairia ai te tika ki a ratou;
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12
|Romanos 4:12|
Hei matua ano mo te kotinga ki te hunga ehara i te mea no te kotinga anake, engari e takahi ana hoki i runga i nga tapuae o taua whakapono o to tatou matua, o Aperahama, i a ia kahore ano i kotia.
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13
|Romanos 4:13|
Ehara i te mea i na runga mai i te ture te kupu ki a Aperahama ratou ko ona uri mo te ao ka riro i a ia; engari i na runga mai i te tika o te whakapono.
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14
|Romanos 4:14|
Mehemea hoki ka riro i te hunga ture, kua tikangakore te whakapono, kua taka te kupu whakaari:
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|Romanos 4:15|
Ko ta te ture hoki e mahi ai, he riri; engari ki te kahore he ture, kahore hoki he hara.
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16
|Romanos 4:16|
Koia i na rototia ai i te whakapono, kia waiho ai ma te aroha noa; kia u ai te kupu whakaari ki te whanau katoa; ehara i te mea ki to te ture anake, engari ki to te whakapono ano o Aperahama, ko ia nei hoki te matua o tatou katoa,
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17
|Romanos 4:17|
¶ Ko te mea hoki ia i tuhituhia, Kua waiho koe e ahau hei matua ki nga iwi maha, he matua i te aroaro o tana i whakapono ai, ara o te Atua, e whakaora nei i nga tupapaku, e karanga nei i nga mea kua kahore me te mea kei konei nei ano.
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|Romanos 4:18|
Ahakoa kahore he rawa, u tonu tona manakonako ki a ia, kia meinga ai ia hei matua mo nga iwi maha, pera me te mea i korerotia, Ka penei tau whanau.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva