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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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|Romanos 4:9|
¶ E korerotia ana ranei tenei haringa mo te kotinga, mo te kotingakore ano ranei? e mea ana hoki tatou, I whakairia tona whakapono hei tika mo Aperahama.
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10
|Romanos 4:10|
He pehea ra te whakairinga? i a ia i te kotinga, i te kotingakore ranei? He teka i a ia i te kotinga, engari i te kotingakore:
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11
|Romanos 4:11|
A riro ana i a ia te kotinga hei tohu, hei hiri mo te tika o tona whakapono, i a ia i te kotingakore: kia waiho ai ia hei matua ki te hunga katoa e whakapono ana, ahakoa kahore ratou i kotia, kia whakairia ai te tika ki a ratou;
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12
|Romanos 4:12|
Hei matua ano mo te kotinga ki te hunga ehara i te mea no te kotinga anake, engari e takahi ana hoki i runga i nga tapuae o taua whakapono o to tatou matua, o Aperahama, i a ia kahore ano i kotia.
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13
|Romanos 4:13|
Ehara i te mea i na runga mai i te ture te kupu ki a Aperahama ratou ko ona uri mo te ao ka riro i a ia; engari i na runga mai i te tika o te whakapono.
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14
|Romanos 4:14|
Mehemea hoki ka riro i te hunga ture, kua tikangakore te whakapono, kua taka te kupu whakaari:
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|Romanos 4:15|
Ko ta te ture hoki e mahi ai, he riri; engari ki te kahore he ture, kahore hoki he hara.
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16
|Romanos 4:16|
Koia i na rototia ai i te whakapono, kia waiho ai ma te aroha noa; kia u ai te kupu whakaari ki te whanau katoa; ehara i te mea ki to te ture anake, engari ki to te whakapono ano o Aperahama, ko ia nei hoki te matua o tatou katoa,
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17
|Romanos 4:17|
¶ Ko te mea hoki ia i tuhituhia, Kua waiho koe e ahau hei matua ki nga iwi maha, he matua i te aroaro o tana i whakapono ai, ara o te Atua, e whakaora nei i nga tupapaku, e karanga nei i nga mea kua kahore me te mea kei konei nei ano.
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18
|Romanos 4:18|
Ahakoa kahore he rawa, u tonu tona manakonako ki a ia, kia meinga ai ia hei matua mo nga iwi maha, pera me te mea i korerotia, Ka penei tau whanau.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva