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Maori -
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11
|Sofonias 1:11|
Aue, e nga tangata o Makateha, kua moti hoki nga tangata katoa o Kanaana, kua hatepea atu nga kaimau hiriwa katoa.
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12
|Sofonias 1:12|
I taua ra ka rapua e ahau ta Hiruharama, mea rawa ki te rama; ka whiua ano nga tangata kua totoka i runga i o ratou nganga, a e mea ana i roto i o ratou ngakau, E kore a Ihowa e mahi i te pai, e kore ano e mahi i te kino.
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13
|Sofonias 1:13|
Na hei mea parau o ratou rawa; o ratou whare hei ururua: ae ra, ka hanga whare ratou; a e kore e nohoia e ratou, ka whakato i te mara waina, otiia e kore e inu i te waina.
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14
|Sofonias 1:14|
¶ Ka tata te ra nui o Ihowa, ka tata, nui atu te hohoro, ara te reo o te ra o Ihowa: nui noa atu te tangi o te marohirohi i reira.
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15
|Sofonias 1:15|
He ra riri taua ra, he ra mamae, he pawera, he ra whakangaro, whakamoti, he ra pouri, he mangu, he ra kapua, he pouri kerekere;
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16
|Sofonias 1:16|
Ko te ra ia o te tetere, o te whakaoho mo nga pa taiepa, mo nga taumaihi tiketike.
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17
|Sofonias 1:17|
Ka mamae ano i ahau nga ngakau o nga tangata, ka rite ratou ki te matapo ina haere, mo ratou i hara ki a Ihowa: ka ringihia o ratou toto ano he puehu, o ratou kikokiko ano he paru.
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18
|Sofonias 1:18|
E kore ano ta ratou hiriwa, ta ratou koura, e tau hei whakaora i a ratou i te ra o to Ihowa riri; engari ka pau te whenua katoa i te ahi, ara i tona hae; ka ohorere hoki, ka poto i a ia nga tangata katoa o te whenua.
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1
|Sofonias 2:1|
¶ Huihui, ae ra, huihui i a koutou, e te iwi kahore nei he whakama;
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2
|Sofonias 2:2|
I te mea kiano te ture i whai hua, a kiano i pahemo te ra ano he papapa, i te mea kiano i tae iho ki a koutou te mura o to Ihowa riri, i te mea kiano i tae iho ki a koutou te ra o to Ihowa riri.
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Sugestões

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03 de setembro LAB 612
APROVEITE A DISCIPLINA POR AMOR
Ezequiel 21-23
O que significa a expressão “o cetro de meu filho”, de Ezequiel 21:10?
Pra entender essa figura, você precisa tentar entender todo o trecho de texto. Ezequiel 21:8-17 trata da Espada Afiada e Polida.
Na sequência dos capítulos anteriores, o terror da destruição próxima de Jerusalém é descrito neste oráculo aqui, em termos ainda assustadores. A espada não só estava desembainhada, mas está afiada e polida para o dia da matança (v.10). Não era ocasião nem para regozijo, nem para zombaria. Por ocasião do sítio de Jerusalém por Senaqueribe nos dias do rei Ezequias, houve aqueles que, com o maior cinismo, estavam se preparando para o desastre que ameaçava engolfar a cidade dizendo: “Comamos e bebamos, que amanhã morreremos” (Isaías 22:13). Aparentemente, a história iria repetir-se ao Jerusalém ser sitiada pelos exércitos de Nabucodonosor. Esta diferença cínica em face de um perigo mortal reproduziu-se por ocasião do banquete que Belsazar ofereceu a seus grandes à véspera da tomada de Babilônia pelas tropas de Ciro (Daniel 5).
A frase final do v.10, que, a princípio, oferece umas certas dificuldades para ser entendida, poderia ser traduzida assim: “O cetro [na NVI, vareta] de meu filho despreza qualquer [outro] pau”. O termo hebraico “shebet” significa não somente “cetro”, mas também “tribo”. Nas bênçãos que Jacó proferiu em seu leito de morte somente de Judá diz ele beni, “filho meu” (Gênesis 49:9). Levando em consideração estes dois fatos, a frase “a tribo de meu filho” seria uma referência à tribo de Judá. O sentido de toda a frase seria então: “Judá despreza qualquer pau”. “Pau” teria neste contexto o sentido de “castigo”. Como Judá tinha desprezado os castigos mais leves do passado representados pelo “pau”, teria agora que sofrer o castigo da espada afiada e polida.
Através do “matador” do v.11, que é o NABUCODONOSOR, ou melhor, o exército que ele comandava, iria acontecer uma guerra contra todo o povo de Judá, e mesmo os príncipes não escapariam (v.12). O castigo seria feio. Judá, que tinha desprezado os castigos anteriores expressados pela vara, não sobreviveria ao castigo da espada (versos 13 e 10). A carnificina que ocorreria por ocasião do sítio e conquista de Jerusalém é descrita em termos horripilantes nos vv.14-17. E isso tudo realmente aconteceu. Infelizmente.
Lição de aplicação para a nossa vida: quando Deus nos permitir uma leve conseqüência ruim, em vez de desprezarmos a repreensão ou, em vez de até mesmo reclamar com Deus, o melhor é procurar aprender a lição enquanto a disciplina é leve. Caso contrário, a repreensão posterior pode ser insuportável. Concluindo tudo, o conselho é: aproveite a disciplina por amor.
Valdeci Júnior
Fátima Silva