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Maori -
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11
|Sofonias 1:11|
Aue, e nga tangata o Makateha, kua moti hoki nga tangata katoa o Kanaana, kua hatepea atu nga kaimau hiriwa katoa.
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12
|Sofonias 1:12|
I taua ra ka rapua e ahau ta Hiruharama, mea rawa ki te rama; ka whiua ano nga tangata kua totoka i runga i o ratou nganga, a e mea ana i roto i o ratou ngakau, E kore a Ihowa e mahi i te pai, e kore ano e mahi i te kino.
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13
|Sofonias 1:13|
Na hei mea parau o ratou rawa; o ratou whare hei ururua: ae ra, ka hanga whare ratou; a e kore e nohoia e ratou, ka whakato i te mara waina, otiia e kore e inu i te waina.
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14
|Sofonias 1:14|
¶ Ka tata te ra nui o Ihowa, ka tata, nui atu te hohoro, ara te reo o te ra o Ihowa: nui noa atu te tangi o te marohirohi i reira.
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15
|Sofonias 1:15|
He ra riri taua ra, he ra mamae, he pawera, he ra whakangaro, whakamoti, he ra pouri, he mangu, he ra kapua, he pouri kerekere;
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16
|Sofonias 1:16|
Ko te ra ia o te tetere, o te whakaoho mo nga pa taiepa, mo nga taumaihi tiketike.
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17
|Sofonias 1:17|
Ka mamae ano i ahau nga ngakau o nga tangata, ka rite ratou ki te matapo ina haere, mo ratou i hara ki a Ihowa: ka ringihia o ratou toto ano he puehu, o ratou kikokiko ano he paru.
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18
|Sofonias 1:18|
E kore ano ta ratou hiriwa, ta ratou koura, e tau hei whakaora i a ratou i te ra o to Ihowa riri; engari ka pau te whenua katoa i te ahi, ara i tona hae; ka ohorere hoki, ka poto i a ia nga tangata katoa o te whenua.
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1
|Sofonias 2:1|
¶ Huihui, ae ra, huihui i a koutou, e te iwi kahore nei he whakama;
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2
|Sofonias 2:2|
I te mea kiano te ture i whai hua, a kiano i pahemo te ra ano he papapa, i te mea kiano i tae iho ki a koutou te mura o to Ihowa riri, i te mea kiano i tae iho ki a koutou te ra o to Ihowa riri.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva