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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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New International Version -
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1
|Isaías 7:1|
When Ahaz son of Jotham, the son of Uzziah, was king of Judah, King Rezin of Aram and Pekah son of Remaliah king of Israel marched up to fight against Jerusalem, but they could not overpower it.
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2
|Isaías 7:2|
Now the house of David was told, “Aram has allied itself with [Or has set up camp in] Ephraim”; so the hearts of Ahaz and his people were shaken, as the trees of the forest are shaken by the wind.
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3
|Isaías 7:3|
Then the LORD said to Isaiah, “Go out, you and your son Shear-Jashub, [Shear-Jashub means a remnant will return.] to meet Ahaz at the end of the aqueduct of the Upper Pool, on the road to the Washerman’s Field.
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4
|Isaías 7:4|
Say to him, `Be careful, keep calm and don’t be afraid. Do not lose heart because of these two smouldering stubs of firewood — because of the fierce anger of Rezin and Aram and of the son of Remaliah.
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5
|Isaías 7:5|
Aram, Ephraim and Remaliah’s son have plotted your ruin, saying,
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6
|Isaías 7:6|
“Let us invade Judah; let us tear it apart and divide it among ourselves, and make the son of Tabeel king over it.”
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7
|Isaías 7:7|
Yet this is what the Sovereign LORD says: “`It will not take place, it will not happen,
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8
|Isaías 7:8|
for the head of Aram is Damascus, and the head of Damascus is only Rezin. Within sixty-five years Ephraim will be too shattered to be a people.
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9
|Isaías 7:9|
The head of Ephraim is Samaria, and the head of Samaria is only Remaliah’s son. If you do not stand firm in your faith, you will not stand at all.’“
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10
|Isaías 7:10|
Again the LORD spoke to Ahaz,
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva