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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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|Eclesiastes 2:13|
niin minä näin, että viisaus on hyödyllisempi tyhmyyttä, niinkuin valo on pimeyttä hyödyllisempi.
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|Eclesiastes 2:14|
Viisaalla on silmät päässänsä, tyhmä taas vaeltaa pimeässä; mutta minä tulin tietämään myös sen, että toisen käy niinkuin toisenkin.
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|Eclesiastes 2:15|
Ja minä sanoin sydämessäni: Se, mikä kohtaa tyhmää, kohtaa minuakin; miksi olen sitten niin tuiki viisaaksi tullut? Ja minä sanoin sydämessäni: Tämäkin on turhuutta.
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|Eclesiastes 2:16|
Sillä ei jää viisaasta, niinkuin ei tyhmästäkään, ikuista muistoa, kun kerran tulevina päivinä kaikki unhotetaan; ja eikö kuole viisas niinkuin tyhmäkin?
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|Eclesiastes 2:17|
Niin minä kyllästyin elämään, sillä minusta oli pahaa se, mikä tapahtuu auringon alla, koskapa kaikki on turhuutta ja tuulen tavoittelua.
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|Eclesiastes 2:18|
Ja minä kyllästyin kaikkeen vaivannäkööni, jolla olin vaivannut itseäni auringon alla, koska minun täytyy se jättää ihmiselle, joka tulee minun jälkeeni.
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|Eclesiastes 2:19|
Ja kuka tietää, onko hän viisas vai tyhmä? Mutta hallitsemaan hän tulee kaikkia minun vaivannäköni hedelmiä, joiden tähden minä olen vaivannut itseäni ja ollut viisas auringon alla. Tämäkin on turhuutta.
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|Eclesiastes 2:20|
Niin minä annoin sydämeni vaipua epätoivoon kaikesta vaivannäöstäni, jolla olin vaivannut itseäni auringon alla.
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21
|Eclesiastes 2:21|
Sillä niin on: ihmisen, joka on vaivaa nähnyt toimien viisaudella, tiedolla ja kunnolla, täytyy antaa kaikki ihmiselle, joka ei ole siitä vaivaa nähnyt, hänen osaksensa. Sekin on turhuutta ja on suuri onnettomuus.
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22
|Eclesiastes 2:22|
Sillä mitä saa ihminen kaikesta vaivannäöstänsä ja sydämensä pyrkimyksestä, jolla hän vaivaa itseänsä auringon alla?
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Sugestões

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10 de março LAB 435
A ESCOLHA DO COMPANHEIRO DE VIDA
Josué 01-13
Lendo “Josué”, pode-se perceber que não era aceitável que israelita algum se unisse em casamento com qualquer pessoa daquela terra que eles estavam conquistando. Isso era uma preocupação preventiva quanto às possíveis violações matrimoniais que poderiam surgir dentro de um casamento. E como essa ainda é uma preocupação válida, pensemos sobre algumas questões importantes na escolha do companheiro de vida.
H. Jackson Brown Jr. - escritor, compositor e artista – deu um presente para o filho um caderno com centenas de ideias e sugestões que havia anotado no decorrer de sua vida. Dentre essas instruções, havia uma que dizia: “Escolha muito bem o seu cônjuge. Dessa decisão única resultarão 90% de toda sua felicidade ou de toda a sua desgraça.” Que verdade!
Geralmente, escolhemos alguém por um ou mais dos seguintes motivos: a)Alcançar uma vida cheia de significado; b)Satisfazer nossas próprias necessidades de amor, aceitação, segurança, reconhecimento e interação; c)Ter alguém com quem compartilhar, com quem desenvolver-nos social, física, intelectual e espiritualmente.
Mas será que os nossos motivos estão certos?
O que levamos em conta ao escolher? A beleza, as experiências, as necessidades, as metas pessoais, os princípios religiosos e a escala pessoal de valores? E para se conhecer?
Pergunto isso porque, emocionalmente comprometidos, temos a tendência de não olharmos de maneira honesta para nós mesmos e para quem estamos amando. Temos medo de descobrir as coisas desagradáveis. No entanto, é imprescindível identificarmos nossos pontos fortes e fracos se quisermos ter sucesso ao escolher e se ajustar com quem casar.
Portanto, se você ainda não escolheu o companheiro da sua vida:
a) Se avalie;
b) Avalie a pessoa com quem quer se casar;
c) Veja até onde vai o respeito;
d) Estude os efeitos das suas possíveis reações.
Se você já é casado, quero propor para o seu casamento um relacionamento que vai além da entrega de uma pessoa à outra. Trata-se de uma relação compartilhada a três. Sim, você compartilhando a pessoa que você ama com uma terceira pessoa: Deus.
Se um casal deseja ter unidade entre si, deve buscar também a união com Deus. Algumas formas de fazer com que o relacionamento com Deus seja real na relação a dois é através da devoção pessoal, da oração, da participação nas atividades da igreja e da coerência em viver a prática do cristianismo que professa.
Quem aceita a direção divina em seus planos e ideais consegue constituir uma família harmoniosa e que valerá a pena, para a sociedade e para as gerações futuras.
Deus se preocupa com o bem-estar do ser humano, inclusive o seu. Ele é o mais interessado na sua felicidade.
Valdeci Júnior
Fátima Silva