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Suomen Raamattuopisto (1776) -
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23
|Eclesiastes 2:23|
Ovathan kaikki hänen päivänsä pelkkää tuskaa ja hänen työnsä surua, eikä yölläkään hänen sydämensä saa lepoa. Tämäkin on turhuutta.
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24
|Eclesiastes 2:24|
Ei ole ihmisellä muuta onnea kuin syödä ja juoda ja antaa sielunsa nauttia hyvää vaivannäkönsä ohessa; mutta minä tulin näkemään, että sekin tulee Jumalan kädestä.
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25
|Eclesiastes 2:25|
- Sillä kuka voi syödä ja kuka nauttia ilman minua? -
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26
|Eclesiastes 2:26|
Sillä hän antaa ihmiselle, joka on hänelle otollinen, viisautta, tietoa ja iloa; mutta syntiselle hän antaa työksi koota ja kartuttaa annettavaksi sille, joka on otollinen Jumalalle. Sekin on turhuutta ja tuulen tavoittelua.
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1
|Eclesiastes 3:1|
Kaikella on määräaika, ja aikansa on joka asialla taivaan alla.
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|Eclesiastes 3:2|
Aika on syntyä ja aika kuolla. Aika on istuttaa ja aika repiä istutus.
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3
|Eclesiastes 3:3|
Aika on surmata ja aika parantaa. Aika on purkaa ja aika rakentaa.
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4
|Eclesiastes 3:4|
Aika on itkeä ja aika nauraa. Aika on valittaa ja aika hypellä.
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|Eclesiastes 3:5|
Aika on heitellä kiviä ja aika kerätä kivet. Aika on syleillä ja aika olla syleilemättä.
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|Eclesiastes 3:6|
Aika on etsiä ja aika kadottaa. Aika on säilyttää ja aika viskata pois.
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Sugestões

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16 de outubro LAB 655
AS DUAS TRANSFORMAÇÕES
Marcos 07-09
A leitura de hoje me fez lembrar de uma das mais belas obras de arte guardadas na Itália. Estou falando do famoso quadro “Transfiguração”, de Rafael Sanzio, que, embora não intencionalmente, resumiu o espírito da Reforma.
A pintura mostra Cristo em pé sobre o monte, com os endemoninhados olhando esperançosamente para Ele desde o vale (Marcos 9:2-29). Os dois grupos de discípulos – um na montanha, o outro no vale – retratam dois tipos de cristãos. Os discípulos da montanha desejavam permanecer com Cristo, mais ou menos indiferentes às necessidades que ocorriam no vale. Ao longo dos séculos, muitos têm construído no alto da “montanha”, muito afastados das necessidades do mundo. Sua experiência é a das orações desacompanhadas de obras. Por outro lado, os discípulos do vale trabalhavam sem oração – e seus esforços em desalojar os demônios provaram-se um fracasso. Multidões têm sido vencidas tanto pela tentação de trabalhar em favor dos outros sem o poder da oração, quanto pela tentação de muito orar sem trabalhar pelos outros. Ambos os tipos de cristãos necessitam que a imagem de Deus seja neles restaurada.
Deus espera converter seres caídos em imagens Suas, através da transformação de sua vontade, mente, desejos e caracteres. O Espírito Santo traz aos crentes uma decisiva mudança de aparência. Seus frutos: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22-23) constituem agora o estilo de vida destes cristãos – mesmo tendo em vista que eles continuarão sendo mortais corruptíveis até o retorno de Cristo. Se não Lhe resistirmos, Cristo poderá efetuar em nós a obra da transformação santificadora.
A transfiguração de Cristo revela outro marcante contraste. Cristo foi transfigurado mas, em certo sentido, também o foi o garoto no vale. O menino foi transfigurado numa imagem demoníaca (Marcos 9:1-29). Aqui podemos ver claramente dois planos opostos – o plano divino de restaurar-nos e o plano satânico de arruinar-nos. As Escrituras dizem que Deus é capaz de nos guardar “de tropeços” (Judas 24). Satanás, por sua vez, faz tudo o que a seu alcance está para manter-nos no estado decaído.
A vida envolve constantes mudanças. Não existe terreno neutro. Ou estaremos sendo enobrecidos, ou degradados. Ou seremos “escravos do pecado”, ou “da justiça” (Romanos 6:17-18). Quem quer que ocupe nossa mente, estará ocupando todo o nosso ser. Se, através do Espírito Santo, Cristo ocupar nossa mente, tornar-nos-emos pessoas semelhantes a Cristo – pois uma vida cheia do Espírito apresenta “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2Coríntios 10:5). Mas se estivermos sem Cristo, vamos terminar nos separando da fonte de vida, e então, nossa destruição última será inevitável.
Que sua transformação seja santificadora!
Fonte: “Nisto Cremos”, 179-180.
Valdeci Júnior
Fátima Silva