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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Xhosa -
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1
|Jó 32:1|
Ayeka loo madoda omathathu ukumphendula uYobhi; kuba ubelilungisa emehlweni akhe.
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2
|Jó 32:2|
Wavutha umsindo kaElihu unyana kaBharakeli, wakwaBhuzi, owemizalwane yakwaRam; wavutha kuYobhi umsindo wakhe, ngenxa yokuzigwebela ngokwakhe kunoThixo.
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3
|Jó 32:3|
Wavutha kubahlobo bakhe abathathu umsindo wakhe, ngenxa enokuba bengafumananga kumphendula, phofu bemgwebile uYobhi.
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4
|Jó 32:4|
Ke kaloku uElihu ubesalindisile kuYobhi ngamazwi, ngokuba babebadala kunaye ngemihla.
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5
|Jó 32:5|
Wabona uElihu, ukuba akukho mpendulo emlonyeni waloo madoda mathathu, wavutha ke umsindo wakhe.
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6
|Jó 32:6|
Wasusela uElihu unyana kaBharakeli, wakwaBhuzi, wathi, Ndimncinane mna ngemihla, Ke nina niziingwevu; Ngenxa yoko ndakhwelela phaya, ndoyika ukunityela ukwazi kwam.
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7
|Jó 32:7|
Ndathi, Imihla mayithethe, Iminyaka emininzi yazise ubulumko.
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8
|Jó 32:8|
Noko ngumoya osemntwini, Nokuphefumla kukaSomandla okubaqondisayo.
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9
|Jó 32:9|
Ukulumka akunabakhulu, Ukuqonda okufaneleyo akunamadoda makhulu odwa.
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10
|Jó 32:10|
Ngako oko ndithi, Phulaphula kum, Ndokutyela ukwazi kwam nam.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva