-
-
Afrikaans (1953) -
-
57
|Neemias 7:57|
Die kinders van die dienaars van Salomo: die kinders van Sotai, die kinders van Soféret, die kinders van Perída;
-
58
|Neemias 7:58|
die kinders van Jáäla, die kinders van Darkon, die kinders van Giddel;
-
59
|Neemias 7:59|
die kinders van Sefátja, die kinders van Hattil, die kinders van Pogéret-Hassebáim, die kinders van Amon--
-
60
|Neemias 7:60|
al die tempelbediendes en die kinders van die dienaars van Salomo: drie honderd twee en negentig.
-
61
|Neemias 7:61|
En dit is hulle wat opgetrek het uit Tel-Melag, Tel-Harsa, Kerub, Addon en Immer, maar wat nie hul familie en hul afkoms kon aanwys, of hulle uit Israel afkomstig was nie--
-
62
|Neemias 7:62|
die kinders van Delája, die kinders van Tobía, die kinders van Nekóda: ses honderd twee en veertig.
-
63
|Neemias 7:63|
En van die priesters: die kinders van Habája, die kinders van Hakkos, die kinders van Barsíllai, wat uit die dogters van Barsíllai, die Gileadiet, 'n vrou geneem het en na hulle naam genoem is.
-
64
|Neemias 7:64|
Hulle het hul stamboom gesoek onder die wat in die register opgeneem is, maar dit was nie te vinde nie; daarom is hulle onbevoeg verklaar vir die priesterskap.
-
65
|Neemias 7:65|
En die goewerneur het aan hulle gesê dat hulle nie mag eet van die hoogheilige gawes nie, totdat die priester sou optree met Urim en Tummim.
-
66
|Neemias 7:66|
Die hele vergadering saam was twee en veertig duisend drie honderd en sestig;
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva