-
-
Afrikaans (1953) -
-
67
|Neemias 7:67|
behalwe hulle slawe en hulle slavinne; dié was sewe duisend drie honderd sewe en dertig. En hulle het twee honderd vyf en veertig sangers en sangeresse gehad.
-
68
|Neemias 7:68|
Hulle perde was sewe honderd ses en dertig; hulle muile twee honderd vyf en veertig;
-
69
|Neemias 7:69|
kamele, vier honderd vyf en dertig; esels, ses duisend sewe honderd en twintig.
-
70
|Neemias 7:70|
En 'n deel van die familiehoofde het bygedra vir die werk; die goewerneur se bydrae tot die fonds was: in goud duisend dragmes, vyftig komme, vyf honderd en dertig priesterrokke.
-
71
|Neemias 7:71|
En van die familiehoofde het gegee vir die boufonds: in goud twintig duisend dragmes, en in silwer twee duisend twee honderd mines.
-
72
|Neemias 7:72|
En wat die res van die volk gegee het, was: in goud twintig duisend dragmes, en in silwer twee duisend mines, en sewe en sestig priesterrokke.
-
73
|Neemias 7:73|
So het dan die priesters en die Leviete en die poortwagters en die sangers en van die volk en die tempelbediendes en die hele Israel in hulle stede gaan woon.
-
1
|Neemias 8:1|
En toe die sewende maand aankom, terwyl die kinders van Israel in hulle stede was,
-
2
|Neemias 8:2|
het die hele volk soos een man op die plein voor die Waterpoort bymekaargekom en aan Esra, die skrifgeleerde, gesê om die boek van die wet van Moses, wat die HERE Israel beveel het, te bring.
-
3
|Neemias 8:3|
En Esra, die priester, het die wet voor die vergadering gebring, manne sowel as vroue en almal wat met verstand kon luister, op die eerste dag van die sewende maand.
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva