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Maori -
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22
|1 João 3:22|
A, ko te mea e inoia ana e tatou, ka homai e ia ki a tatou, no te mea e pupuri ana tatou i ana ture, e mea ana hoki i nga mea e ahuareka ana ki tana titiro.
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23
|1 João 3:23|
¶ Ko tana ture ano tenei, kia whakapono tatou ki te ingoa o tana Tama, o Ihu Karaiti, kia aroha ano tetahi ki tetahi, kia rite ano ki te ture i homai e ia ki a tatou.
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24
|1 João 3:24|
Na, ko te tangata e pupuri ana i ana ture, e mau ana i roto i a ia me ia ano i roto i a ia. na konei ano tatou i matau ai e mau ana ia i roto i a tatou, na te Wairua kua homai nei e ia ki a tatou.
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1
|1 João 4:1|
¶ E nga hoa aroha, kaua e whakapono atu ki nga wairua katoa, engari me whakamatau nga wairua no te Atua ranei; he tokomaha hoki nga poropiti teka kua haere mai ki te ao.
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2
|1 João 4:2|
Ma konei koutou ka matau ai ki te Wairua o te Atua: ko nga wairua katoa e whakaae ana i haere mai a Ihu Karaiti i te kikokiko, no te Atua era:
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3
|1 João 4:3|
Ko nga wairua katoa hoki kahore e whakaae i haere mai a Ihu Karaiti i te kikokiko, ehara i te mea no te Atua: ko to te anatikaraiti wairua ano tenei, i rongo nei koutou e haere mai ana; a tenei ano kei te ao nei inaianei.
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4
|1 João 4:4|
¶ No te Atua koutou, e aku tamariki nonohi, kua kaha ano koutou i a ratou: no te mea nui atu tenei i roto i a koutou, i tera i roto i te ao.
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5
|1 João 4:5|
No te ao ratou: na reira no te ao nei ano a ratou korero, a e whakarongo ana te ao ki a ratou.
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6
|1 João 4:6|
No te Atua tatou: ko te tangata e matau ana ki te Atua, e whakarongo ana ia ki a tatou; ko te tangata ehara nei i ta te Atua, e kore ia e whakarongo ki a tatou. Ma konei tatou ka matau ai ki te wairua o te pono, ki te wairua o te he.
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7
|1 João 4:7|
¶ E nga hoa aroha, kia aroha tatou tetahi ki tetahi: no te Atua hoki te aroha; ko te hunga katoa hoki e aroha ana, kua whanau i te Atua, e matau ana hoki ki te Atua.
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Sugestões

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23 de outubro LAB 662
VOE MAIS ALTO!
Lucas 09-11
Na leitura de hoje, encontramos o desafio da decolagem do cristianismo, em suas formas mais primitivas. Para ser enviado é preciso ter duas características contrastantes que, ironicamente, se harmonizam: submissão e coragem.
Submissão para esperar que o pão não seja comprado, mas provido; coragem para fazer uma confissão de pensamento revolucionário; submissão para contemplar a glória do pai, e não querer glória para si; coragem para enfrentar o poder do mal, em nome de Jesus; submissão para não querer ser o maior; coragem para enfrentar a oposição que muitos fazem ao ministério (Lucas 9).
Submissão para ser enviado por Cristo, aonde quer que Ele mandar; coragem para quebrar as regras que não passam de tradição opressora; submissão para sentar-se aos pés de Cristo; coragem para falar o que é preciso na hora certa (Lucas 10).
Submissão para aprender a ouvir a voz de Deus no encontro da oração; coragem para permanecer ao lado de Jesus, mesmo quando o cristianismo sofre acusações; submissão para aceitar a mensagem pela fé, e não pelos sinais de engano; coragem para ser uma candeia brilhante; submissão para aceitar o cristianismo do jeito de Cristo, e não do meu jeito; coragem para chamar o pecado pelo nome (Lucas 11).
Encontrei uma história que ilustra esse paradoxo coadunante, sobre um piloto que foi, ao mesmo tempo, submisso o suficiente para sofrer o que era preciso, mas corajoso o suficiente para alçar-se ao que era necessário. Conta-se que, logo após a segunda guerra mundial, este jovem inglês experimentava o seu frágil avião monomotor numa arrojada aventura ao redor do mundo. Pouco depois de decolar de um dos pequenos e improvisados aeródromos da Índia daquela época, ouviu um estranho ruído por trás do assento. Percebeu logo que havia um rato à bordo e que poderia, roendo a cobertura de lona, destruir seu frágil avião. Pensou em voltar ao aeroporto para se livrar de seu inesperado passageiro, mas isso iria atrasar e poderia até frustrar sua viagem. Lembrou-se, então, que os ratos não resistem às grandes alturas e voou cada vez mais alto e, pouco a pouco, cessaram-se os ruídos e perigos. Correu riscos, mas superou o problema.
Coragem e submissão lhe impulsionam a uma situação que podemos chamar de “um vôo mais alto”. Se estão tentando acabar com a sua missão, voe mais alto! Em caso de inveja, voe mais alto! Em caso de calúnia, voe mais alto! Em caso de maledicência, voe mais alto! Em caso de crítica maldosa, voe mais alto! Lembre-se: Os “ratos” não resistem às grandes alturas, pois não são corajosos nem submissos.
Voe! Voe mais alto!
Fonte: adaptado de http://www.sitedopastor.com.br/ilustracoes/voemaisalto.htm
Valdeci Júnior
Fátima Silva