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Maori -
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18
|1 João 4:18|
Kahore he mataku i roto i te aroha: engari ka maka te mataku ki waho e te aroha ina tino rite; no te mea he mamae to te mataku. Ko te tangata hoki e mataku ana, kahore ia i tino rite i roto i te aroha.
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19
|1 João 4:19|
E aroha ana tatou ki a ia, no te mea ko ia kua matua aroha ki a tatou.
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20
|1 João 4:20|
Ki te mea tetahi, E aroha ana ahau ki te Atua, a e mauahara ana ki tona teina, he tangata teka ia: ko te tangata hoki kahore e aroha ki tona teina i kitea nei e ia, me pehea ka aroha ai ia ki te Atua kahore nei i kitea e ia?
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21
|1 João 4:21|
Kei a tatou ano hoki tenei ture, he mea nana, Ko te tangata e aroha ana ki te Atua, kia aroha hoki ki tona teina.
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1
|1 João 5:1|
¶ Ko nga tangata katoa e whakapono ana ko Ihu te Karaiti, kua whanau i te Atua: ko nga tangata katoa ano hoki e aroha ana ki te papa, e aroha ana ano ki tana whanau.
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2
|1 João 5:2|
Ma konei tatou ka matau ai e aroha ana tatou ki nga tamariki a te Atua, ma te mea ka aroha tatou ki te Atua, ka pupuri ano i ana ture.
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3
|1 João 5:3|
Ko te aroha hoki tenei ki te Atua, kia pupuri tatou i ana ture: ehara hoki ana ture i te mea taimaha.
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4
|1 João 5:4|
Ko nga mea katoa hoki kua whanau i te Atua e kaha ana i te ao: ko te wikitoria hoki tenei e taea ai te ao, ko to tatou whakapono.
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5
|1 João 5:5|
Ko wai i kaha i te ao? ehara ianei i te tangata e whakapono ana ko Ihu te Tama a te Atua?
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6
|1 João 5:6|
¶ Ko ia tenei i haere mai nei i runga i te wai, i te toto, ko Ihu Karaiti; ehara i te mea i runga i te wai anake, engari i runga i te wai, i te toto. Ko te Wairua hoki te kaiwhakaatu, he pono hoki te Wairua.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva