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Maori -
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1
|Malaquias 1:1|
¶ Ko te poropititanga, he kupu na Ihowa ki a Iharaira, he mea na Maraki.
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2
|Malaquias 1:2|
I aroha ahau ki a koutou, e ai ta Ihowa, heoi e mea na koutou, He aroha aha tou ki a matou? He teka ianei he tuakana a Ehau no Hakopa? e ai ta Ihowa; heoi i aroha ahau ki a Hakopa,
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3
|Malaquias 1:3|
Engari i kino ahau ki a Ehau, a i meinga e ahau ona maunga hei ururua, a hoatu ana tona kainga tupu ki nga kirehe mohoao o te koraha.
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4
|Malaquias 1:4|
Ko Eroma ia e ki ana, Kua pehia tatou ki raro, otiia ka hoki tatou, ka hanga i nga tuhea; ko te kupu tenei a Ihowa o nga mano, Ma ratou e hanga, a maku e wahi; a ka huaina aua wahi, Ko te rohe kino, Ko te iwi i riri ai a Ihowa a ake ake.
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5
|Malaquias 1:5|
E kite ano o koutou kanohi, a ka mea koutou, Kia whakanuia a Ihowa i tua i te rohe o Iharaira.
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6
|Malaquias 1:6|
¶ E whakahonoretia ana te papa e te tama, tona ariki e te pononga: ki te mea he matua ahau, kei hea toku honore? ki te mea he ariki ahau, kei hea te wehi ki ahau? e ai ta Ihowa o nga mano ki a koutou, e nga tohunga e whakahawea na ki toku ingoa, e mea na koutou, He whakahawea aha ta matou ki tou ingoa?
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7
|Malaquias 1:7|
He taro poke ta koutou e tapae na i runga i taku aata, a e mea na koutou, I whakapokea koe e matou ki te aha? Ki ta koutou e ki na, Ko te tepu a Ihowa, he hanga mo te whakahawea.
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8
|Malaquias 1:8|
Ki te tapaea hoki e koutou te matapo hei patunga tapu, ehara i te mea kino! ki te tapaea ano e koutou te mea totitoti, te mea mate, ehara i te kino! tena koa, hoatu aianei ki tou kawana; e pai ranei ia ki a koe? e manako ranei ia ki tou tinana? e ai ta Ihowa o nga mano.
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9
|Malaquias 1:9|
Na, tena ra, inoi ki te Atua kia atawhai ki a tatou: na ta koutou mahi tenei: e manako ranei ia ki tetahi o koutou? e ai ta Ihowa o nga mano.
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10
|Malaquias 1:10|
Aue, me kore noa ake tetahi o koutou hei tutaki i nga tatau, kei whakau kau koutou i te ahi ki runga ki taku aata! Kahore oku ngakau ki a koutou, e ai ta Ihowa o nga mano, e kore ano ahau e manako ki te whakahere a to koutou ringa.
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Sugestões

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17 de janeiro LAB 383
ESCOLA PORTO SEGURO
Êxodo 01-04
Há muitas pessoas que saem das grandes cidades para ir morar no interior, buscando mais tranqüilidade e uma qualidade de vida melhor. Mas aí vem o problema: no interior, não se encontra tudo que precisa. É claro, nos grandes centros têm mais recursos. Tem de tudo: tudo de bom e tudo que não presta também. Muita gente migra para o interior para livra-se do que não é bom. Elas procuram encontrar um verdadeiro refúgio.
Isso me lembra Garopaba, uma cidade turística, de lindas praias, no sul do Brasil, conhecida, pelo menos por nome, por muita gente. Além do turismo, ela tem essa característica de muitas pessoas buscarem qualidade de vida ao mudar para lá. Quando chegam, vem a grande questão: e agora, onde vamos matricular nossos filhos? Aqui não tem aquelas grandes redes de escola que tínhamos na cidade grande.
Aí vem algo fantástico que encontrei em Garopaba. Conheci pessoas que mudaram para lá por missão. O ministério deles é fundar, ali no interior, uma escola com alta qualidade de ensino, com alta qualidade de padrões morais, com alta qualidade de tudo o que uma escola precisa, para que os pais fiquem tranqüilos ao deixar seus filhos nela. O mais interessante é que o nome da escola é Porto Seguro, um símbolo de que, mesmo no meio das dificuldades da vida, mesmo nos desertos deste mundo, ainda podemos procurar, fazer, criar, encontrar “portos seguros”, onde podemos preservar pelo desenvolvimento do nosso caráter.
A leitura bíblica conta a história de alguém que viveu isso muitas vezes e mostra qual foi o resultado. Esse alguém nasceu na megalópole, só que na periferia mais discriminada daquele colosso urbano. Sua mãe não se contentou com isso. Ela deu um jeito de enviá-lo para um lugar mais seguro. O sujeito da nossa história cresceu recebendo a maior educação secular do mundo, nos palácios do Egito. Mas, ao mesmo tempo, recebeu a maior formação religiosa do mundo no seu lar de origem. No academicismo do Egito, ele encontrou o “porto seguro” intelectual, e no colo de Joquebede, o “porto seguro” espiritual. Depois, precisou aprender na maior de todas as escolas: a escola da vida. Como andarilho do deserto, encontrou um “porto seguro” na casa de Jetro, onde aprendeu a viver bem em pleno deserto.
O resultado disso tudo é que ele voltou, capacitado pelas letras, pela religião e pela vida para ser o maior libertador de todos os tempos: simplesmente Moisés. É interessante que a maior capacitação que ele encontrou foi na sarça ardente.
Sem dúvida, o porto mais seguro que podemos encontrar é na presença de Deus. Experimente isso, você também!
Valdeci Júnior
Fátima Silva