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Maori -
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21
|Rute 1:21|
Ki tonu ahau i toku haerenga atu; na kua whakahokia kautia mai e Ihowa. Na te aha ahau i karangatia ai ko Naomi e koutou, kua whakaaturia nei hoki toku he e Ihowa, kua tukinotia ahau e te Kaha Rawa?
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22
|Rute 1:22|
Heoi hoki mai ana a Naomi raua tahi ko tana hunaonga, ko Rutu Moapi: hoki ana i te whenua o Moapa; a haere ana ki Peterehema i te timatanga o te kotinga parei.
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1
|Rute 2:1|
¶ Na he whanaunga to Naomi, ara to tana tahu, he tangata taonga nui, no te hapu o Erimereke; ko Poaha tona ingoa.
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2
|Rute 2:2|
Na ka mea a Rutu Moapi ki a Naomi, Kia haere ahau ki te mara ki te hamu i nga puku parei i muri i te tangata e manakohia mai ai ahau. Ano ra ko tera, Haere, e taku tamahine.
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3
|Rute 2:3|
Na haere ana ia, a, no te taenga atu, ka hamu i te mara i muri i nga kaikokoti: a tupono noa ia ko te wahi o te mara i a Poaha o te hapu o Erimereke.
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4
|Rute 2:4|
¶ Na ko te taenga o Poaha i Peterehema, ka mea ki nga kaikokoti, Kia noho a Ihowa ki a koutou. Ano ra ko ratou ki a ia, Kia manaakitia koe e Ihowa.
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5
|Rute 2:5|
Katahi ka mea a Poaha ki tana tangata i tohutohu nei i nga kaikokoti, Na wai tenei kotiro?
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6
|Rute 2:6|
Na ka whakahoki te kaitohutohu i nga kaikokoti, ka mea, Ko te kotiro Moapi tenei i hoki tahi mai nei raua ko Naomi i te whenua o Moapa;
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7
|Rute 2:7|
I mea mai hoki ia, Tukua ahau kia hamu, kia kohikohi i roto i nga paihere, i muri i nga kaikokoti: heoi haere ana ia, a i konei tonu ia o te ata iho ano a tae mai ki naianei; he iti nei tona noho i te whare.
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8
|Rute 2:8|
Na ka mea a Poaha ki a Rutu, E kore ranei koe e rongo mai, e taku tamahine? Kaua e haere ki tetahi mara ke hamu ai; kaua ano e haere atu i konei; engari me noho tonu ki konei, ki aku kotiro.
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Sugestões

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10 de março LAB 435
A ESCOLHA DO COMPANHEIRO DE VIDA
Josué 01-13
Lendo “Josué”, pode-se perceber que não era aceitável que israelita algum se unisse em casamento com qualquer pessoa daquela terra que eles estavam conquistando. Isso era uma preocupação preventiva quanto às possíveis violações matrimoniais que poderiam surgir dentro de um casamento. E como essa ainda é uma preocupação válida, pensemos sobre algumas questões importantes na escolha do companheiro de vida.
H. Jackson Brown Jr. - escritor, compositor e artista – deu um presente para o filho um caderno com centenas de ideias e sugestões que havia anotado no decorrer de sua vida. Dentre essas instruções, havia uma que dizia: “Escolha muito bem o seu cônjuge. Dessa decisão única resultarão 90% de toda sua felicidade ou de toda a sua desgraça.” Que verdade!
Geralmente, escolhemos alguém por um ou mais dos seguintes motivos: a)Alcançar uma vida cheia de significado; b)Satisfazer nossas próprias necessidades de amor, aceitação, segurança, reconhecimento e interação; c)Ter alguém com quem compartilhar, com quem desenvolver-nos social, física, intelectual e espiritualmente.
Mas será que os nossos motivos estão certos?
O que levamos em conta ao escolher? A beleza, as experiências, as necessidades, as metas pessoais, os princípios religiosos e a escala pessoal de valores? E para se conhecer?
Pergunto isso porque, emocionalmente comprometidos, temos a tendência de não olharmos de maneira honesta para nós mesmos e para quem estamos amando. Temos medo de descobrir as coisas desagradáveis. No entanto, é imprescindível identificarmos nossos pontos fortes e fracos se quisermos ter sucesso ao escolher e se ajustar com quem casar.
Portanto, se você ainda não escolheu o companheiro da sua vida:
a) Se avalie;
b) Avalie a pessoa com quem quer se casar;
c) Veja até onde vai o respeito;
d) Estude os efeitos das suas possíveis reações.
Se você já é casado, quero propor para o seu casamento um relacionamento que vai além da entrega de uma pessoa à outra. Trata-se de uma relação compartilhada a três. Sim, você compartilhando a pessoa que você ama com uma terceira pessoa: Deus.
Se um casal deseja ter unidade entre si, deve buscar também a união com Deus. Algumas formas de fazer com que o relacionamento com Deus seja real na relação a dois é através da devoção pessoal, da oração, da participação nas atividades da igreja e da coerência em viver a prática do cristianismo que professa.
Quem aceita a direção divina em seus planos e ideais consegue constituir uma família harmoniosa e que valerá a pena, para a sociedade e para as gerações futuras.
Deus se preocupa com o bem-estar do ser humano, inclusive o seu. Ele é o mais interessado na sua felicidade.
Valdeci Júnior
Fátima Silva