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Maori -
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6
|Rute 3:6|
¶ Na ko tona haerenga ki raro, ki te patunga witi, meatia ana e ia nga mea katoa i whakahaua e tona hungawai ki a ia.
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7
|Rute 3:7|
Na ka kai a Poaha, ka inu, a hari ana tona ngakau, a ka haere, ka takoto ki te pito o te puranga: na ko te ata haerenga o tera, hurahia ana nga kakahu o ona waewae, na kua takoto.
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8
|Rute 3:8|
A, i waenganui po ka oho te mauri o taua tangata, ka tahuri ia: na, he wahine e takoto ana i ona waewae.
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9
|Rute 3:9|
Na ka mea ia, Ko wai koe? a ka mea ake tera, Ko Rutu ahau, ko tau pononga wahine: na uhia iho te pito o tou ki tau pononga; he whanaunga tupu hoki koe.
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10
|Rute 3:10|
Na ka mea ia, Kia manaakitia koe e Ihowa, e taku tamahine; nui atu hoki i to te timatanga tou aroha o te whakamutunga, i a koe kihai nei i aru i nga taitama, i te mea rawakore, i te mea whai taonga ranei.
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11
|Rute 3:11|
Na kaua e wehi, e taku tamahine; ka meatia e ahau ki a koe au mea katoa i ki mai ai; e mohio ana hoki te pa katoa o toku iwi he wahine koe e uaua ana ki te pai.
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12
|Rute 3:12|
Na he tika ano, he whanaunga tupu ahau noa; otiia tena ano tetahi e tata rawa ana i ahau.
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13
|Rute 3:13|
Takoto marie i tenei po; a i te ata ki te whakawhanaunga ia ki a koe, he tika, mana te tikanga whanaunga; ki te kahore ia e pai mana te tikanga o te whanaunga ki a koe, na maku te tikanga whanaunga ki a koe; e ora ana a Ihowa. Ata takoto, kia ta ea ra ano te ata.
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14
|Rute 3:14|
¶ Na takoto tonu ia ki ona waewae a taea noatia te ata; a ka maranga, i te mea e kore te tangata e kite i tona hoa. Na ka mea tera, Kei mohiotia i haere mai he wahine ki te patunga witi.
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15
|Rute 3:15|
I mea ano ia, Tena koa te koroka i runga i a koe na, puritia mai. Na puritia ana e ia. Na ka mehuatia atu etahi parei e ia, e ono nga mehua: a whakawaha atu ana ki a ia; na haere ana ia ki te pa.
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Sugestões

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30 de janeiro LAB 396
TRABALHO ABENÇOADO
Êxodo 37-38
Vamos trazer o pano de fundo de Êxodo 37-38 para uma comparação com algo que acontece, de forma semelhante, em toda a História. Esses bastidores também têm tudo a ver com o mundo atual em que vivemos. E as lições são muitas.
A inteligência é uma dádiva. Deus a concede à humanidade para beneficiar-lhe. E o ser humano usa-a para o seu malefício, provocando sua própria destruição em um processo vicioso de regressão dos valores e dos princípios.
Para solucionar os problemas de sobrevivência e conceder bem-estar às pessoas – que vivem em um mundo degradado – Deus concede-lhes a capacidade de produzir inventos poderosamente bons. Gutenberg inaugurou a imprensa com a frase “Pai nosso que estás nos Céus” e, logo em seguida, editou a Bíblia para a salvação de muitos. Isso evoluiu tanto, que hoje trocamos as informações gráficas virtualmente. Nossos computadores, interligados em rede, nos proporcionam essa bênção. Que benefício para os universitários!
Mas, na proporção que essas bênçãos são dadas aos seres humanos, eles, infelizmente, transformam-nas em degradação moral. Você pode perceber isso, de maneira muito clara, quando passa por uma banca de revistas e vê que a literatura ali existente, quase em sua totalidade, é um borrão para a alma. Ou, quando as estatísticas comprovam que o mercado pornográfico fatura bilhões e bilhões de dólares, especialmente pela mídia digital. É! O mundão em que vivemos é o verdadeiro retrato pintado pela letra de Léo Canhoto na música “O Último Julgamento”. Com isso, o homem sempre inova algo, com aparência e sofisticação superiores ao que já existia, mas com menores soluções para os seus problemas anteriores. Aumenta-se assim, a fraqueza e a autodestruição humanas.
Hoje são inventadas novas tecnologias com a finalidade de ajudar. Ajudarão, por um tempo, até que passarão a atrapalhar, necessitando de novas invenções para remediá-las que, por sua vez, entrarão no mesmo ciclo vicioso. Esse ciclo degenerativo das inovações tecnológicas acontece sob uma análise feita absolutamente no nível da capacidade humana.
Entretanto, o homem pode produzir feitos que não sejam tão “desgraçantes”, mas, pelo contrário, benéficos e duradouros. Como? A arca da aliança, a mesa e os utensílios, o candelabro de ouro e o altar dos holocaustos ainda são lembrados com tanto carinho e têm uma representação no próprio santuário celestial por causa de um diferencial. Foram produzidos com o segredo de Bezalel e seus companheiros de serviço: “Moisés inspecionou a obra e viu que tinham feito tudo conforme o Senhor tinha ordenado. Então, Moisés os abençoou” (Êxodo 39:43).
Entregue seu trabalho a Deus e deixe-O guiá-lo. Certamente, ele não fará parte do ciclo degenerativo das inovações tecnológicas. Vai ser muito abençoado!
Valdeci Júnior
Fátima Silva