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Maori -
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8
|Rute 4:8|
Na ka mea taua whanaunga ki a Poaha, Mau e hoko. A unuhia ake e ia tona hu.
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9
|Rute 4:9|
¶ Na ka mea a Poaha ki nga kaumatua ratou ko te iwi katoa, He kaititiro koutou i tenei ra ki taku hokonga mai i nga mea katoa a Erimereke, i nga mea katoa ano a Kiriono, a Maharono, i roto i te ringa o Naomi;
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10
|Rute 4:10|
Me Rutu Moapi hoki me te wahine a Maharono, kua hokona mai ia e ahau hei wahine maku, hei whakaara ingoa ake mo te tupapaku ki tona kainga tupu, kei hautopea atu te ingoa o te tupapaku i roto i ona teina, i te kuwaha ano o tona wahi; ko koutou n ga kaititiro i tenei ra.
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11
|Rute 4:11|
Na ka mea nga tangata katoa i te kuwaha, ratou ko nga kaumatua, He kaititiro matou. Ma Ihowa e mea tena wahine e hare mai na ki tou whare kia rite ki a Rahera raua ko Rea, na raua nei i tu ai te whare o Iharaira: kia nui ano hoki tau mahi i Epar ata, kia whai ingoa koe i Peterehema:
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12
|Rute 4:12|
Hei te whare o Parete, whanau a Tamara raua ko Hura, te rite mo tou whare, ara mo te uri e homai e Ihowa ki a koe i roto i tenei kotiro.
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13
|Rute 4:13|
¶ Na ka tango a Poaha i a Rutu, a waiho iho ia hei wahine mana: na ka tae atu ia ki a ia, a ka meinga e Ihowa kia hapu; na kua whanau tana tama.
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14
|Rute 4:14|
Na ka mea nga wahine ki a Naomi, Kia whakapaingia a Ihowa, kihai nei i waiho i a koe i tenei ra kia hapa i tetahi whanaunga tata: kia rangona ano tona ingoa i roto i a Iharaira.
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15
|Rute 4:15|
Mana hoki tou wairua e whakahoki ake, ko ia hoki hei atawahi mo tou ruruhitanga: he whanau hoki ia na tau hunaonga e aroha nei ki a koe, he nui ke nei tona pai ki a koe i to nga tama tokowhitu.
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16
|Rute 4:16|
Na ka tango a Naomi i taua tamaiti, a whakatakotoria ana ki tona uma, a ko ia hei kaihikihiki mona.
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17
|Rute 4:17|
Na huaina ana he ingoa mona e nga wahine e noho tata ana; i mea ratou, Kua whanau tetahi tamaiti ma Naomi; na huaina ana e ratou tona ingoa ko Opere. Ko te papa tenei o Hehe, papa o Rawiri.
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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva