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Afrikaans (1953) -
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|Eclesiastes 7:17|
Wees nie alte goddeloos, en wees nie dwaas nie: waarom sou jy sterwe voor jou tyd?
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|Eclesiastes 7:18|
Dit is goed dat jy aan die een vashou en ook van die ander jou hand nie aftrek nie; want die wat God vrees, ontkom aan dit alles.
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|Eclesiastes 7:19|
Die wysheid versterk die wyse meer as tien maghebbers wat in die stad is;
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|Eclesiastes 7:20|
want daar is geen regverdige mens op die aarde wat goed doen sonder om te sondig nie.
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|Eclesiastes 7:21|
Jy moet ook nie let op al die woorde wat die mense spreek nie, sodat jy nie hoor dat jou dienaar jou vloek nie.
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|Eclesiastes 7:22|
Want jou eie hart weet ook van baie gevalle dat jy self ook ander gevloek het.
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|Eclesiastes 7:23|
Dit alles het ek met wysheid op die proef gestel; ek het gesê: Ek wil wys word, maar dit het ver van my gebly.
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|Eclesiastes 7:24|
Wat bestaan, is ver en baie diep; wie kan dit begryp?
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|Eclesiastes 7:25|
Ek het my daartoe gewend en my hart gerig om te weet en na te speur, en wysheid en 'n slotsom te soek, en om so die goddeloosheid as dwaasheid en die dwaasheid as onverstandigheid te leer ken.
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|Eclesiastes 7:26|
En ek het iets uitgevind bitterder as die dood: die vrou wat strikke is, haar hart nette, haar hande boeie; hy wat goed is voor die aangesig van God, sal van haar vryraak, maar die sondaar word deur haar gevang.
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Sugestões

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16 de outubro LAB 655
AS DUAS TRANSFORMAÇÕES
Marcos 07-09
A leitura de hoje me fez lembrar de uma das mais belas obras de arte guardadas na Itália. Estou falando do famoso quadro “Transfiguração”, de Rafael Sanzio, que, embora não intencionalmente, resumiu o espírito da Reforma.
A pintura mostra Cristo em pé sobre o monte, com os endemoninhados olhando esperançosamente para Ele desde o vale (Marcos 9:2-29). Os dois grupos de discípulos – um na montanha, o outro no vale – retratam dois tipos de cristãos. Os discípulos da montanha desejavam permanecer com Cristo, mais ou menos indiferentes às necessidades que ocorriam no vale. Ao longo dos séculos, muitos têm construído no alto da “montanha”, muito afastados das necessidades do mundo. Sua experiência é a das orações desacompanhadas de obras. Por outro lado, os discípulos do vale trabalhavam sem oração – e seus esforços em desalojar os demônios provaram-se um fracasso. Multidões têm sido vencidas tanto pela tentação de trabalhar em favor dos outros sem o poder da oração, quanto pela tentação de muito orar sem trabalhar pelos outros. Ambos os tipos de cristãos necessitam que a imagem de Deus seja neles restaurada.
Deus espera converter seres caídos em imagens Suas, através da transformação de sua vontade, mente, desejos e caracteres. O Espírito Santo traz aos crentes uma decisiva mudança de aparência. Seus frutos: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22-23) constituem agora o estilo de vida destes cristãos – mesmo tendo em vista que eles continuarão sendo mortais corruptíveis até o retorno de Cristo. Se não Lhe resistirmos, Cristo poderá efetuar em nós a obra da transformação santificadora.
A transfiguração de Cristo revela outro marcante contraste. Cristo foi transfigurado mas, em certo sentido, também o foi o garoto no vale. O menino foi transfigurado numa imagem demoníaca (Marcos 9:1-29). Aqui podemos ver claramente dois planos opostos – o plano divino de restaurar-nos e o plano satânico de arruinar-nos. As Escrituras dizem que Deus é capaz de nos guardar “de tropeços” (Judas 24). Satanás, por sua vez, faz tudo o que a seu alcance está para manter-nos no estado decaído.
A vida envolve constantes mudanças. Não existe terreno neutro. Ou estaremos sendo enobrecidos, ou degradados. Ou seremos “escravos do pecado”, ou “da justiça” (Romanos 6:17-18). Quem quer que ocupe nossa mente, estará ocupando todo o nosso ser. Se, através do Espírito Santo, Cristo ocupar nossa mente, tornar-nos-emos pessoas semelhantes a Cristo – pois uma vida cheia do Espírito apresenta “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2Coríntios 10:5). Mas se estivermos sem Cristo, vamos terminar nos separando da fonte de vida, e então, nossa destruição última será inevitável.
Que sua transformação seja santificadora!
Fonte: “Nisto Cremos”, 179-180.
Valdeci Júnior
Fátima Silva