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Afrikaans (1953) -
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|Eclesiastes 7:27|
Kyk, dit het ek uitgevind, sê die Prediker, deur die een by die ander te voeg, om 'n slotsom te vind--
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|Eclesiastes 7:28|
wat my siel lank gesoek het, maar wat ek nie gevind het nie: een mens uit duisend het ek gevind, maar 'n vrou het ek onder soveel nie gevind nie.
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|Eclesiastes 7:29|
Kyk, net dit het ek uitgevind: dat God die mens reg gemaak het, maar hulle het baie slim planne gesoek.
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|Eclesiastes 8:1|
Wie is soos die wyse, en wie weet die verklaring van die dinge? Die wysheid van 'n mens verhelder sy gesig, en die hardheid van sy gesig word daardeur verander.
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2
|Eclesiastes 8:2|
Ek sê: Neem die bevel van die koning in ag, en wel ter wille van die eed by God.
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3
|Eclesiastes 8:3|
Haas jou nie om van hom af weg te gaan nie; laat jou nie in met 'n slegte saak nie, want alles wat hy wil, doen hy.
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|Eclesiastes 8:4|
Want die woord van die koning is magtig, en wie kan vir hom sê: Wat doen u?
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|Eclesiastes 8:5|
Hy wat die gebod onderhou, sal geen kwaad ondervind nie; en die hart van 'n wyse sal die tyd en die regterlike beslissing belewe.
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|Eclesiastes 8:6|
Want vir elke ding is daar 'n tyd en 'n beslissing; want die boosheid van die mens druk swaar op hom.
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|Eclesiastes 8:7|
Want hy weet nie wat sal wees nie; want hoe dit sal wees--wie kan hom dit te kenne gee?
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva