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Afrikaans (1953) -
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11
|Eclesiastes 1:11|
Daar is geen nagedagtenis van die voorvaders nie; en ook van die nageslagte wat kom, sal daar geen nagedagtenis wees by die wat later sal wees nie.
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12
|Eclesiastes 1:12|
Ek, Prediker, was koning oor Israel in Jerusalem.
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|Eclesiastes 1:13|
En ek het my hart daarop gerig om met wysheid te ondersoek en na te speur alles wat onder die hemel gebeur. Dit is 'n moeilike taak wat God aan die mensekinders gegee het om hulle daarmee te kwel.
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|Eclesiastes 1:14|
Ek het al die werke gesien wat onder die son gedoen word, en kyk, dit was alles tevergeefs en 'n gejaag na wind.
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|Eclesiastes 1:15|
Wat krom is, kan nie reguit word nie, en wat ontbreek, kan nie getel word nie.
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|Eclesiastes 1:16|
Ek het met myself gespreek en gesê: Kyk, ék het groot en altyd groter wysheid verwerf bo almal wat voor my oor Jerusalem gewees het, en my hart het baie wysheid en kennis gesien.
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|Eclesiastes 1:17|
Maar toe ek my hart daarop gerig het om wysheid en kennis, onverstandigheid en dwaasheid te leer ken, het ek ingesien dat dit ook 'n gejaag na wind is.
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|Eclesiastes 1:18|
Want by baie wysheid is baie verdriet, en wie kennis vermeerder, vermeerder smart.
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1
|Eclesiastes 2:1|
Ek het in my hart gesê: Nou ja, ek sal jou met vreugde op die proef stel; geniet dan die goeie! Maar kyk, ook dit was tevergeefs.
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2
|Eclesiastes 2:2|
Van die lag het ek gesê: Dit is onsinnig! en van die vreugde: Wat verskaf dit?
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva