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Afrikaans (1953) -
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|Eclesiastes 2:23|
Want al sy dae is smarte, en sy bemoeienis is verdriet; selfs snags rus sy hart nie. Dit is dan ook tevergeefs.
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24
|Eclesiastes 2:24|
Dit is nie 'n goed wat in die mens kleef dat hy eet en drink en sy siel die goeie laat geniet by sy moeitevolle arbeid nie. Ek het gesien dat dit ook kom uit die hand van God.
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25
|Eclesiastes 2:25|
Want wie kan eet en wie kan geniet sonder Hom?
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|Eclesiastes 2:26|
Want aan 'n mens wat welgevallig is voor sy aangesig, gee Hy wysheid en kennis en vreugde, maar aan die sondaar lê Hy die taak op om bymekaar te maak en te versamel, om dit dan te gee aan een wat welgevallig is voor die aangesig van God. Ook dit is tevergeefs en 'n gejaag na wind.
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1
|Eclesiastes 3:1|
Alles het sy bepaalde uur, en vir elke saak onder die hemel is daar 'n tyd:
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2
|Eclesiastes 3:2|
'n tyd om gebore te word en 'n tyd om te sterwe, 'n tyd om te plant en 'n tyd om uit te roei wat geplant is,
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|Eclesiastes 3:3|
'n tyd om dood te maak en 'n tyd om gesond te maak, 'n tyd om af te breek en 'n tyd om op te bou,
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|Eclesiastes 3:4|
'n tyd om te ween en 'n tyd om te lag, 'n tyd om te weeklaag en 'n tyd om van vreugde rond te spring,
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|Eclesiastes 3:5|
'n tyd om klippe weg te gooi en 'n tyd om klippe bymekaar te maak, 'n tyd om te omhels en 'n tyd om ver te wees van omhelsing,
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|Eclesiastes 3:6|
'n tyd om te soek en 'n tyd om verlore te laat gaan, 'n tyd om te bewaar en 'n tyd om weg te gooi,
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Sugestões

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28 de outubro LAB 667
RESSURREIÇÃO PROFUNDA
Lucas 23-24
Donald Grey Barnhouse estava dirigindo seus filhos até o velório da mãe deles. Num cruzamento da estrada um enorme caminhão passou pela frente deles, temporariamente passando uma grande sombra pelo carro em que estavam. Barnhouse perguntou aos filhos, "Você preferia que a sombra do caminhão ou o próprio caminhão passasse por cima de vocês?" "É claro, a sombra," eles responderam. "É isso que aconteceu conosco," falou Barnhouse. "O falecimento de mamãe é apenas a sombra da morte. O pecador perdido é atropelado pelo próprio caminhão." (Larson, Craig Brian, editor em "Illustrations for Preaching and Teaching from Leadership Journal," Grand Rapids: Baker Book House, 1993, p. 55).
Que garantia temos para dizer isto? Ela está no ponto alto dos dois capítulos que você lê hoje, na sua Bíblia: a ressurreição de Cristo. Don Emmitte, em “Living Illustrations for Effective Preaching” faz lembrar que “se a Páscoa disser qualquer coisa para nós, é que Jesus estará sempre conosco. As pirâmides do Egito são famosas porque abrigaram os corpos mumificados dos antigos reis do Egito. A Catedral de Westminster em Londres é reverenciada porque lá jazem os corpos da nobreza e de Britânicos famosos. O mausoléu de Maomé é notável pelo caixão de pedra e os ossos que contém. O cemitério de Arlington em Washington nos EUA é venerado como o lugar de descanso de muitos Americanos famosos. Mas, o sepulcro de Jesus é famoso, justamente porque está vazio.” Aleluia! Glória a Deus por isso! Esta é a nossa garantia, de que a nossa fé não é vã.
Nos primeiros séculos da era cristã, a borboleta era usada como símbolo da ressurreição. Mas sabemos que isto não é o que melhor simboliza a ressurreição. A marca da ressurreição está nas mãos de Cristo. Percebeu aí na leitura de hoje? As cicatrizes continuam lá, em Suas mãos. Mas... por que?
Se Deus ressuscitou Jesus da morte, por que Ele não restaurou seu corpo? Por que feridas? Por que a marca dos pregos que dava para sentir com as mãos? Será que a palavra do Evangelho está dizendo a nós na nossa espera: "Você não verá a Jesus até enxergar suas feridas"? Para John Vannorsdall, “de alguma forma ou outra, precisamos entender que o Cristo ressuscitado é sempre o Cristo ferido. Vivo, mas, nunca sarado. Livre da morte, mas, marcado para eternidade. Os surdos tem um sinal para Jesus. O dedo do meio de cada mão é colocado na centro da palma da outra mão. Jesus, eles sinalizam, é aquele com as mãos feridas. E quando eles tocam aquele lugar, eles lembram. Eles escutam o nome dEle na sua própria pele”.
Profundo!
Valdeci Júnior
Fátima Silva