-
-
Afrikaans (1953) -
-
5
|Eclesiastes 4:5|
Die dwaas vou sy hande en eet sy eie vlees op.
-
6
|Eclesiastes 4:6|
Een handvol rus is beter as altwee vuiste vol moeite en gejaag na wind.
-
7
|Eclesiastes 4:7|
En weer het ek 'n vergeefse moeite gesien onder die son:
-
8
|Eclesiastes 4:8|
Daar is een allenig sonder 'n tweede, ook het hy geen seun of broer nie; tog is daar geen einde aan al sy moeitevolle arbeid nie, sy oë kry ook nie genoeg van rykdom nie. Vir wie tog vermoei ek my en laat my siel gebrek ly aan die goeie? Ook dit is tevergeefs en 'n verkeerde saak.
-
9
|Eclesiastes 4:9|
Twee is beter as een, want hulle het 'n goeie beloning vir hulle moeitevolle arbeid.
-
10
|Eclesiastes 4:10|
Want as hulle val, kan die een sy maat optel, maar wee die een wat val sonder dat daar 'n tweede is om hom op te tel.
-
11
|Eclesiastes 4:11|
Verder, as twee bymekaar lê, kry hulle warm; maar hoe kan een allenig warm word?
-
12
|Eclesiastes 4:12|
En as iemand die een aanval, kan altwee hom teëstand bied; en 'n driedubbele lyn word nie gou verbreek nie.
-
13
|Eclesiastes 4:13|
Beter is 'n behoeftige maar wyse jongman as 'n ou maar dwase koning wat nie meer weet om hom te laat waarsku nie.
-
14
|Eclesiastes 4:14|
Want daardie een het uit die gevangenis uitgegaan om koning te word, alhoewel hy as 'n arme in die koninkryk van die ander gebore was.
-
-
Sugestões

Clique para ler Êxodo 1-4
17 de janeiro LAB 383
ESCOLA PORTO SEGURO
Êxodo 01-04
Há muitas pessoas que saem das grandes cidades para ir morar no interior, buscando mais tranqüilidade e uma qualidade de vida melhor. Mas aí vem o problema: no interior, não se encontra tudo que precisa. É claro, nos grandes centros têm mais recursos. Tem de tudo: tudo de bom e tudo que não presta também. Muita gente migra para o interior para livra-se do que não é bom. Elas procuram encontrar um verdadeiro refúgio.
Isso me lembra Garopaba, uma cidade turística, de lindas praias, no sul do Brasil, conhecida, pelo menos por nome, por muita gente. Além do turismo, ela tem essa característica de muitas pessoas buscarem qualidade de vida ao mudar para lá. Quando chegam, vem a grande questão: e agora, onde vamos matricular nossos filhos? Aqui não tem aquelas grandes redes de escola que tínhamos na cidade grande.
Aí vem algo fantástico que encontrei em Garopaba. Conheci pessoas que mudaram para lá por missão. O ministério deles é fundar, ali no interior, uma escola com alta qualidade de ensino, com alta qualidade de padrões morais, com alta qualidade de tudo o que uma escola precisa, para que os pais fiquem tranqüilos ao deixar seus filhos nela. O mais interessante é que o nome da escola é Porto Seguro, um símbolo de que, mesmo no meio das dificuldades da vida, mesmo nos desertos deste mundo, ainda podemos procurar, fazer, criar, encontrar “portos seguros”, onde podemos preservar pelo desenvolvimento do nosso caráter.
A leitura bíblica conta a história de alguém que viveu isso muitas vezes e mostra qual foi o resultado. Esse alguém nasceu na megalópole, só que na periferia mais discriminada daquele colosso urbano. Sua mãe não se contentou com isso. Ela deu um jeito de enviá-lo para um lugar mais seguro. O sujeito da nossa história cresceu recebendo a maior educação secular do mundo, nos palácios do Egito. Mas, ao mesmo tempo, recebeu a maior formação religiosa do mundo no seu lar de origem. No academicismo do Egito, ele encontrou o “porto seguro” intelectual, e no colo de Joquebede, o “porto seguro” espiritual. Depois, precisou aprender na maior de todas as escolas: a escola da vida. Como andarilho do deserto, encontrou um “porto seguro” na casa de Jetro, onde aprendeu a viver bem em pleno deserto.
O resultado disso tudo é que ele voltou, capacitado pelas letras, pela religião e pela vida para ser o maior libertador de todos os tempos: simplesmente Moisés. É interessante que a maior capacitação que ele encontrou foi na sarça ardente.
Sem dúvida, o porto mais seguro que podemos encontrar é na presença de Deus. Experimente isso, você também!
Valdeci Júnior
Fátima Silva