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Afrikaans (1953) -
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|Eclesiastes 2:3|
Ek het in my hart daaroor nagedink om my liggaam met wyn te verkwik--terwyl my hart my met wysheid sou lei--en om aan die dwaasheid vas te hou totdat ek sou sien wat goed is vir die mensekinders, wat hulle moet doen onder die hemel gedurende die getal van hulle lewensdae.
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|Eclesiastes 2:4|
Ek het groot werke onderneem: ek het vir my huise gebou, ek het vir my wingerde geplant.
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|Eclesiastes 2:5|
Ek het vir my tuine en parke aangelê en daar allerhande vrugtebome in geplant.
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|Eclesiastes 2:6|
Ek het vir my damme gemaak om daaruit 'n bos met jong bome te besproei.
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|Eclesiastes 2:7|
Ek het slawe en slavinne gekoop en ook dié verkry wat in my huis gebore is; ek het ook 'n groot besitting van beeste en kleinvee gehad, meer as almal wat voor my in Jerusalem gewees het.
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|Eclesiastes 2:8|
Ek het vir my ook silwer en goud versamel, en 'n eiendom van konings en provinsies; ek het vir my sangers en sangeresse verskaf en die genoeëns van die mensekinders: lieflinge in menigte.
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9
|Eclesiastes 2:9|
En ek het groot en altyd groter geword bo almal wat voor my in Jerusalem gewees het; ook het my wysheid by my gebly.
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10
|Eclesiastes 2:10|
En alles wat my oë begeer het, het ek hulle nie ontsê nie; my hart het ek van geen enkele vreugde teruggehou nie, want my hart het hom verheug vanweë al my moeitevolle arbeid, en dit was my deel van al my moeitevolle arbeid.
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|Eclesiastes 2:11|
Toe het ek gekyk na al my werke wat my hande tot stand gebring het, en al die moeitevolle arbeid wat ek verrig het--en kyk, dit was alles tevergeefs en 'n gejaag na wind, en daar was geen voordeel onder die son nie.
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12
|Eclesiastes 2:12|
Daarna het ek my begewe om wysheid en onverstandigheid en dwaasheid in oënskou te neem, want wat sal die mens kan doen wat ná die koning kom? Wat lankal gedoen is!
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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva