-
-
Afrikaans (1953) -
-
3
|Eclesiastes 2:3|
Ek het in my hart daaroor nagedink om my liggaam met wyn te verkwik--terwyl my hart my met wysheid sou lei--en om aan die dwaasheid vas te hou totdat ek sou sien wat goed is vir die mensekinders, wat hulle moet doen onder die hemel gedurende die getal van hulle lewensdae.
-
4
|Eclesiastes 2:4|
Ek het groot werke onderneem: ek het vir my huise gebou, ek het vir my wingerde geplant.
-
5
|Eclesiastes 2:5|
Ek het vir my tuine en parke aangelê en daar allerhande vrugtebome in geplant.
-
6
|Eclesiastes 2:6|
Ek het vir my damme gemaak om daaruit 'n bos met jong bome te besproei.
-
7
|Eclesiastes 2:7|
Ek het slawe en slavinne gekoop en ook dié verkry wat in my huis gebore is; ek het ook 'n groot besitting van beeste en kleinvee gehad, meer as almal wat voor my in Jerusalem gewees het.
-
8
|Eclesiastes 2:8|
Ek het vir my ook silwer en goud versamel, en 'n eiendom van konings en provinsies; ek het vir my sangers en sangeresse verskaf en die genoeëns van die mensekinders: lieflinge in menigte.
-
9
|Eclesiastes 2:9|
En ek het groot en altyd groter geword bo almal wat voor my in Jerusalem gewees het; ook het my wysheid by my gebly.
-
10
|Eclesiastes 2:10|
En alles wat my oë begeer het, het ek hulle nie ontsê nie; my hart het ek van geen enkele vreugde teruggehou nie, want my hart het hom verheug vanweë al my moeitevolle arbeid, en dit was my deel van al my moeitevolle arbeid.
-
11
|Eclesiastes 2:11|
Toe het ek gekyk na al my werke wat my hande tot stand gebring het, en al die moeitevolle arbeid wat ek verrig het--en kyk, dit was alles tevergeefs en 'n gejaag na wind, en daar was geen voordeel onder die son nie.
-
12
|Eclesiastes 2:12|
Daarna het ek my begewe om wysheid en onverstandigheid en dwaasheid in oënskou te neem, want wat sal die mens kan doen wat ná die koning kom? Wat lankal gedoen is!
-
-
Sugestões

Clique para ler 2 Crônicas 24-25
17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva