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Afrikaans (1953) -
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13
|Eclesiastes 2:13|
Wel het ek gesien dat die wysheid die voorkeur het bo die dwaasheid soos die lig die voorkeur het bo die duisternis:
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14
|Eclesiastes 2:14|
die wyse het sy oë in sy hoof, maar die dwaas wandel in die duisternis. Maar ek het óók ingesien dat een en dieselfde lot hulle almal tref.
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15
|Eclesiastes 2:15|
Daarom het ek in my hart gesê: Dieselfde wat die dwaas tref, sal my ook tref; waarvoor was ek dan so buitengewoon wys? En ek het in my hart gespreek dat dit ook tevergeefs is.
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16
|Eclesiastes 2:16|
Want daar sal op die duur net so min gedagtenis wees van die wyse as van die dwaas, omdat in die dae wat kom, alles lankal vergeet is; en hoe sterf die wyse net soos die dwaas!
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17
|Eclesiastes 2:17|
Daarom het ek die lewe gehaat, want die werk wat onder die son gedoen word, het my mishaag, omdat alles tevergeefs is en 'n gejaag na wind.
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18
|Eclesiastes 2:18|
En ek het gehaat al my arbeid wat ek onder die son met moeite verrig het, dat ek dit moet oorlaat aan 'n mens wat ná my sal kom.
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19
|Eclesiastes 2:19|
En wie weet of hy 'n wyse sal wees of 'n dwaas? Tog sal hy heers oor al my arbeid wat ek met moeite verrig en met wysheid verwerf het onder die son. Ook dit is dan tevergeefs.
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|Eclesiastes 2:20|
Daarom het ek my begewe om my hart aan wanhoop oor te gee vanweë al die arbeid wat ek met moeite verrig het onder die son.
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21
|Eclesiastes 2:21|
Want daar is 'n mens wat hom met wysheid en kennis en bekwaamheid vermoei het; tog moet hy dit as deel oorgee aan 'n mens wat daaraan geen moeite bestee het nie. Ook dit is tevergeefs en 'n groot euwel.
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22
|Eclesiastes 2:22|
Want wat het die mens vir al sy arbeid en vir die strewe van sy hart waarmee hy hom vermoei onder die son?
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Sugestões

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17 de fevereiro LAB 414
“LIDHERANÇA”
Números 17-19
No curso do programa “Vision R.E.A.L.”, deparei-me com a história que transcrevo abaixo, que foi contada por Roger L. Smalling.
“Westpoint, universidade de preparação dos oficiais do exército dos Estados Unidos, é conhecida por seu estrito código de honra. Ao responder a qualquer pergunta, os cadetes podem dar somente quatro respostas: - Sim, senhor; Não, senhor; Não sei, senhor; ou, Sem escusas, senhor. Apresentar escusas é praticamente um crime. Se uma pessoa sob a responsabilidade de um cadete cometer um erro, o cadete assume a culpa. Isso é para lhes ensinar a responsabilidade, a honra e, sobretudo, a integridade.
“Um destes cadetes graduados foi enviado ao Vietnã como tenente. Sua primeira missão foi na selva para supervisionar a construção de uma pista que já estava em construção. Um sargento era o responsável da obra. Desafortunadamente, o tenente não sabia nada sobre pistas, e perguntou ao sargento:
- Tem certeza de que a direção desta pista é a correta?
O sargento lhe garantiu que sim. Então o tenente disse:
- Bem, confiarei no seu critério, continuem.
“Uma hora e meia depois, um coronel que era um perito em pistas chegou e gritou:
- Quem foi o idiota que ordenou construir esta pista desta forma?
O tenente por pouco disse:
- Este sargento aqui, disse que sabia... - Mas suas palavras foram:
- Eu, senhor.
O coronel olhou para o tenente e perguntou:
- Por que deu essa ordem?
- Sem escusas, senhor! - o tenente respondeu:
Nesse momento, o sargento se aproximou com sua mão levantada pedindo permissão para falar. O coronel aparentemente deduziu o que havia passado e perguntou ao tenente:
- Você vem de Westpoint, não é verdade?
- Sim, senhor - o tenente respondeu.
-Bem, nesse caso, foi um erro íntegro – disse o coronel, olhando para o sargento e o tenente.
“Mais tarde o coronel convidou ao tenente para unir-se à sua equipe de comando. Isto representava uma promoção importante.”
Depois que você leu essa história, reflita: Você aprendeu alguma lição de moral, conseguiu extrair algum princípio desta história para a vida? Creio que sua resposta seja um “sim”. Logo, tenho outra pergunta: As lições que você encontrou nessa história são sobre que assunto? Se sua resposta é: “Liderança”, então pensamos de forma parecida. Na realidade, essa história está na página treze do manual para professores, “Liderança Cristã”, traduzido por Francisco Moura da Silva.
Agora, se de uma pequena história assim, tão comum, foi-lhe possível tirar boas lições, imagine então, o que seria, de uma história escrita por Deus? Saiba que a leitura de hoje apresenta histórias que nos ensinam preciosas lições sobre liderança.
Aproveite-as!
Valdeci Júnior
Fátima Silva