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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Afrikaans (1953) -
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1
|Gênesis 3:1|
Maar die slang was listiger as al die diere van die veld wat die HERE God gemaak het. En hy sê vir die vrou: Is dit ook so dat God gesê het: Julle mag nie eet van al die bome van die tuin nie?
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2
|Gênesis 3:2|
En die vrou antwoord die slang: Van die vrugte van die bome in die tuin mag ons eet,
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3
|Gênesis 3:3|
maar van die vrugte van die boom wat in die middel van die tuin is, het God gesê: Julle mag daarvan nie eet nie en dit nie aanroer nie, anders sal julle sterwe.
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4
|Gênesis 3:4|
Toe sê die slang vir die vrou: Julle sal gewis nie sterwe nie;
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5
|Gênesis 3:5|
maar God weet dat as julle daarvan eet, julle oë sal oopgaan, sodat julle soos God sal wees deur goed en kwaad te ken.
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6
|Gênesis 3:6|
Toe sien die vrou dat die boom goed was om van te eet en dat hy 'n lus was vir die oë, ja, 'n boom wat 'n mens kan begeer om verstand te verkry; en sy neem van sy vrugte en eet en gee ook aan haar man by haar, en hy het geëet.
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7
|Gênesis 3:7|
Toe gaan altwee se oë oop, en hulle word gewaar dat hulle naak is; en hulle het vyeblare aanmekaargewerk en vir hulle skorte gemaak.
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8
|Gênesis 3:8|
En hulle het die stem van die HERE God gehoor terwyl Hy wandel in die tuin in die aandwindjie; en die mens en sy vrou het hulle verberg vir die aangesig van die HERE God tussen die bome van die tuin.
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9
|Gênesis 3:9|
Toe roep die HERE God na die mens en sê vir hom: Waar is jy?
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10
|Gênesis 3:10|
En hy antwoord: Ek het u geruis gehoor in die tuin en gevrees, want ek is naak; daarom het ek my verberg.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva