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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Afrikaans (1953) -
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|Gênesis 33:10|
Toe antwoord Jakob: Ag nee, as ek nou guns in u oë gevind het, neem dan my geskenk uit my hand aan. Want juis daarom het ek u aangesig te sien gekry soos 'n mens die aangesig van God sien, en u het behae in my gehad.
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11
|Gênesis 33:11|
Neem tog my begroetingsgeskenk wat u aangebied is, want God het my genade bewys, en ek het volop. En hy het by hom aangehou, sodat hy dit aangeneem het.
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12
|Gênesis 33:12|
Daarop sê hy: Laat ons opbreek en verder trek, en ek sal langs jou trek.
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13
|Gênesis 33:13|
Maar hy antwoord hom: My heer weet dat die kinders swak is, en dat ek lammerooie en melkkoeie by my het; as 'n mens hulle net een dag ooreis, dan sterf al die kleinvee.
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14
|Gênesis 33:14|
My heer moet maar voor sy dienaar uit trek, en ék sal op my gemak trek na die gang van die vee wat voor my uit gaan, en na die gang van die kinders, tot ek by my heer in Seïr aankom.
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15
|Gênesis 33:15|
Toe sê Esau: Laat my tog van die manskappe wat by my is, by jou laat staan. En hy antwoord: Waarvoor dan? Laat my guns in die oë van my heer vind!
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|Gênesis 33:16|
So het Esau dan dié dag teruggegaan padlangs na Seïr toe.
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|Gênesis 33:17|
Maar Jakob het na Sukkot weggetrek en vir hom 'n huis gebou en takkrale vir sy vee gemaak. Daarom het hy die plek genoem Sukkot.
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18
|Gênesis 33:18|
En Jakob het behoue aangekom by die stad Sigem wat in die land Kanaän is, toe hy van Paddan-Aram gekom het--hy het sy laer voor die stad opgeslaan
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19
|Gênesis 33:19|
en die stuk grond gekoop waar hy sy tent opgeslaan het, van die seuns van Hemor, die vader van Sigem, vir honderd geldstukke.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva