-
-
Afrikaans (1953) -
-
31
|Hebreus 10:31|
Vreeslik is dit om te val in die hande van die lewende God.
-
32
|Hebreus 10:32|
Maar onthou die vorige dae waarin julle, toe julle verlig geword het, 'n groot lydensworsteling deurstaan het,
-
33
|Hebreus 10:33|
gedeeltelik omdat julle deur smaad en verdrukkinge 'n skouspel geword het, gedeeltelik omdat julle deelgenote geword het van die wat in so 'n toestand verkeer het.
-
34
|Hebreus 10:34|
Want julle het ook saam met my gevoel in my boeie, en julle het die berowing van julle goed met blydskap aanvaar, omdat julle geweet het dat julle in julself 'n beter en blywende besitting in die hemele het.
-
35
|Hebreus 10:35|
Werp dan julle vrymoedigheid, wat 'n groot beloning het, nie weg nie.
-
36
|Hebreus 10:36|
Want julle het lydsaamheid nodig, om, nadat julle die wil van God gedoen het, die belofte te verkry.
-
37
|Hebreus 10:37|
Want nog 'n klein tydjie, en Hy wat kom, sal kom en nie versuim nie.
-
38
|Hebreus 10:38|
Maar die regverdige sal uit die geloof lewe; en as hy hom onttrek, het my siel geen welbehae in hom nie.
-
39
|Hebreus 10:39|
Maar by ons is daar geen onttrekking tot verderf nie, maar geloof tot behoud van die lewe.
-
1
|Hebreus 11:1|
Die geloof dan is 'n vaste vertroue op die dinge wat ons hoop, 'n bewys van die dinge wat ons nie sien nie.
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva