-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Esperanto -
-
21
|Provérbios 1:21|
GXi vokas en la cxefaj kunvenejoj, cxe la pordegaj enirejoj; En la urbo gxi diras siajn parolojn.
-
22
|Provérbios 1:22|
GXis kiam, ho malkleruloj, vi amos nescion? Kaj al blasfemantoj placxos blasfemado, Kaj senprudentuloj malamos scion?
-
23
|Provérbios 1:23|
Returnu vin al mia predikado; Jen mi eligos al vi mian spiriton, Mi sciigos al vi miajn vortojn.
-
24
|Provérbios 1:24|
CXar mi vokis, kaj vi rifuzis; Mi etendis mian manon, kaj neniu atentis;
-
25
|Provérbios 1:25|
Kaj vi forjxetis cxiujn miajn konsilojn, Kaj miajn predikojn vi ne deziris:
-
26
|Provérbios 1:26|
Tial ankaux mi ridos cxe via malfelicxo; Mi mokos, kiam timo vin atakos.
-
27
|Provérbios 1:27|
Kiam la timo atakos vin kiel uragano, Kaj via malfelicxo venos kiel ventego, Kiam venos al vi mizero kaj sufero:
-
28
|Provérbios 1:28|
Tiam ili min vokos, sed mi ne respondos; Ili min sercxos, sed min ne trovos.
-
29
|Provérbios 1:29|
Tial ke ili malamis scion, Kaj timon antaux la Eternulo ili ne deziris havi,
-
30
|Provérbios 1:30|
Ili ne deziris miajn konsilojn, Ili malestimis cxiujn miajn predikojn:
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva