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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|1 Samuel 4:1|
¶ Na puta mai ana te kupu a Hamuera ki a Iharaira katoa. Na ka haere a Iharaira ki te whawhai ki nga Pirihitini, a ka noho a puni ki Epeneetere; a i noho te puni o nga Pirihitini ki Apeke.
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2
|1 Samuel 4:2|
Na ka whakaritea e nga Pirihitini a ratou ngohi hei whawhai ki a Iharaira: a ka horapa haere te whawhai, na ka patua a Iharaira e nga Pirihitini: e wha mano tangata o te ope i patua ki te parae.
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3
|1 Samuel 4:3|
A, no te taenga o nga tangata ki te puni, ka mea nga kaumatua o Iharaira, He aha tatou i patua ai e Ihowa inaianei i te aroaro o nga Pirihitini? Me tiki atu ki a tatou te aaka o te kawenata a Ihowa i Hiro, kia tae mai ki roto i a tatou, hei whaka ora i a tatou i te ringa o o tatou hoariri.
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4
|1 Samuel 4:4|
Heoi ka tonoa e te iwi ki Hiro, a ka mauria mai i reira te aaka o te kawenata a Ihowa o nga mano e noho nei i runga i nga kerupima: i reira ano nga tama tokorua a Eri, a Hoponi raua ko Pinehaha, i te aaka o te kawenata a Ihowa.
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5
|1 Samuel 4:5|
A, i te taenga mai o te aaka o te kawenata a Ihowa ki te puni, ka hamama a Iharaira katoa, he nui te hamama, a ngateri ana te whenua.
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6
|1 Samuel 4:6|
A ka rongo nga Pirihitini i te reo e hamama ana, ka mea ratou, He reo aha tenei e nui nei te hamama i te puni o nga Hiperu? Na ka mohio ratou kua tae mai te aaka a Ihowa ki te puni.
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7
|1 Samuel 4:7|
Na ka wehi nga Pirihitini; i mea hoki, Kua tae te Atua ki roto i te puni. Na ka mea ratou, Aue, te mate mo tatou! kahore hoki he mea penei me tenei i mua ake nei.
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8
|1 Samuel 4:8|
Aue, te mate mo tatou! ma wai tatou e whakaora i roto i te ringa o enei atua nui? ko nga atua enei nana nga whakapanga mate katoa i patua ai nga Ihipiana i te koraha.
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9
|1 Samuel 4:9|
Kia maia, whakatane i a koutou, e nga Pirihitini, kei whakataurerekatia koutou e nga Hiperu, kei peratia me ratou i whakataurerekatia na e koutou: na, me whakatane koutou, me whawhai.
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10
|1 Samuel 4:10|
¶ Na ka whawhai nga Pirihitini, a patua ana a Iharaira, a rere ana ki tona teneti, ki tona teneti: he tino nui rawa te parekua; e toru tekau mano hoki o Iharaira i hinga, he hunga haere raro.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva