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Maori -
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1
|1 Tessalonicenses 2:1|
¶ E matau ana hoki koutou, e oku teina, ki to matou haerenga atu ki a koutou, ehara i te mea i kore tikanga;
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2
|1 Tessalonicenses 2:2|
Heoi mate ana matou i mua ra, tukinotia ana i Piripai, e matau na koutou, otira maia tonu matou i roto i to tatou Atua ki te korero i te rongopai o te Atua ki a koutou i roto i te uaua nui.
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3
|1 Tessalonicenses 2:3|
Ko ta matou whakahauhau na hoki, ehara i te mea na te tinihanga, na te poke ranei, ehara ano hoki i te mea hangareka.
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4
|1 Tessalonicenses 2:4|
Engari, ka pai nei te Atua kia tukua ki a matou te rongopai, ka pera ta matou korero; ehara i te mea kia whakamanawarekatia te tangata, engari te Atua, e whakamatautau nei i o tatou ngakau.
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5
|1 Tessalonicenses 2:5|
Kahore hoki matou i kitea e korero ana i te kupu whakapati, e matau na ano hoki koutou, e huna ana ranei i te ngakau apo; ko te Atua te kaititiro mai.
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6
|1 Tessalonicenses 2:6|
Kihai ano matou i rapu kororia i te tangata, i a koutou ranei, i era atu ranei, ahakoa i tika matou, he apotoro nei na te Karaiti, kia mea he tangata whai tikanga matou.
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7
|1 Tessalonicenses 2:7|
¶ Engari i ngawari matou i waenganui i a koutou, i rite ki te kaiatawhai e whakaahuru ana i ana tamariki ake.
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8
|1 Tessalonicenses 2:8|
Pera tonu to matou matenui ki a koutou, ehara i te mea ko te rongopai anake o te Atua ta matou i pai ai kia hoatu ki a koutou, engari ko o matou ake wairua, i te mea kua aroha nui matou ki a koutou.
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9
|1 Tessalonicenses 2:9|
E mahara ana hoki koutou, e oku teina, ki ta matou mahi, ki to matou mauiui: mahi ana matou i te po, i te ao, kei taimaha ki tetahi o koutou, kauwhautia ana hoki e matou te rongopai o te Atua ki a koutou.
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10
|1 Tessalonicenses 2:10|
Ko koutou nga kaititiro, ko te Atua hoki, ki te tapu, ki te tika, ki te kore he o ta matou whakahaere ki a koutou e whakapono na.
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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva