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Maori -
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1
|1 Tessalonicenses 5:1|
¶ Ko nga wa ia me nga taima, e oku teina, kahore he take e tuhituhi atu ai ahau ki a koutou.
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2
|1 Tessalonicenses 5:2|
E matau pu ana hoki koutou, tera e haere mai te ra o te Ariki, ano he tahae i te po.
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3
|1 Tessalonicenses 5:3|
I a ratou hoki e ki ana, he rangimarie, he ora; ko reira te mate huaki tata ai ki a ratou, ka pera me te mamae ki te wahine hapu, e kore hoki ratou e mawhiti.
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4
|1 Tessalonicenses 5:4|
Ko koutou ia, e oku teina, kahore i roto i te pouri, e rite ai ki ta te tahae te hopu a taua ra i a koutou.
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5
|1 Tessalonicenses 5:5|
He tama koutou katoa no te marama, he tama no te ra: ehara tatou i te po, ehara i te pouri.
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6
|1 Tessalonicenses 5:6|
¶ Heoi aua tatou e moe, kei pera me era atu; engari kia mataara tatou, kia whai whakaaro.
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7
|1 Tessalonicenses 5:7|
Ko te hunga hoki e moe ana, e moe ana i te po; ko te hunga e haurangi ana, e haurangi ana i te po.
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8
|1 Tessalonicenses 5:8|
Kia whai whakaaro tatou, ko tatou nei te hunga o te ra, kia kakahuria iho te whakapono me te aroha hei pukupuku; hei potae hoki, ko te tumanako atu ki te ora.
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9
|1 Tessalonicenses 5:9|
Kihai hoki tatou i meinga e te Atua mo te riri, engari kia whiwhi ai ki te ora ma roto i to tatou Ariki, i a Ihu Karaiti;
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10
|1 Tessalonicenses 5:10|
I mate nei mo tatou, ahakoa tatou mataara, moe ranei, kia ora tahi ai me ia.
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva