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Maori -
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1
|1 Tessalonicenses 3:1|
¶ Na, i te kore e taea te ngakau te pehi tonu, i pai matou kia mahue ko matou anake i Atene.
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2
|1 Tessalonicenses 3:2|
A tonoa ana e matou a Timoti, to matou teina, he minita na te Atua, he hoa mahi no matou ki te rongopai o te Karaiti, hei whakau i a koutou, hei korero whakamarie ki a koutou mo nga mea o to koutou whakapono.
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3
|1 Tessalonicenses 3:3|
Kei whakangaueuetia tetahi e enei tukinotanga: e matau ana ano hoki koutou he mea momotu ke tatou mo tenei mea.
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4
|1 Tessalonicenses 3:4|
I a matou hoki e noho ana i a koutou, i korero wawe ano matou ki a koutou, tera tatou e tukinotia; ko ia ano tenei, ka matau nei koutou.
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5
|1 Tessalonicenses 3:5|
Na reira i te mea te taea toku ngakau te pehi tonu, ka tono tangata atu ahau kia mohio ai ahau ki to koutou whakapono, kei whakawaia pea koutou e te kaiwhakawai, a maumau kau ta matou mahi.
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6
|1 Tessalonicenses 3:6|
¶ Tena ko tenei, ka tae mai nei a Timoti ki a matou i a koutou, ka pai hoki tana korero ki a matou mo to koutou whakapono, mo to koutou aroha, mo koutou hoki e whai mahara pai ana ki a matou i nga wa katoa, e hiahia ana kia kite i a matou, he pera ano me to matou ki a koutou;
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7
|1 Tessalonicenses 3:7|
Na kua whai whakamarietanga matou i a koutou, e oku teina, i o matou tukinotanga katoa, i o matou matenga, he mea na to koutou whakapono.
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8
|1 Tessalonicenses 3:8|
Ko to matou ora nei hoki tenei, ara kia tu tonu koutou i runga i te Ariki.
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9
|1 Tessalonicenses 3:9|
Me aha hoki he whakawhetai ma matou ki te Atua mo koutou, mo nga hari katoa e hari nei matou ki a koutou, i te aroaro o to tatou Atua?
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10
|1 Tessalonicenses 3:10|
Nui atu ta matou inoi i te po, i te ao, kia kite i o koutou kanohi, kia whakaotia ano hoki e matou nga whai o to koutou whakapono i hapa.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva