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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|2 Crônicas 6:1|
¶ Na ka mea a Horomona, I mea a Ihowa, ka noho ia ki te pouri nui.
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2
|2 Crônicas 6:2|
Otiia kua oti i ahau te hanga he whare hei nohoanga mou, he kainga pumau mou mo ake tonu atu.
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3
|2 Crônicas 6:3|
Na ka tahuri te aroaro o te kingi a manaakitia ana e ia te huihui katoa o Iharaira, me te tu ano tera te huihui katoa o Iharaira.
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4
|2 Crônicas 6:4|
I mea ia, Kia whakapaingia a Ihowa, te Atua o Iharaira, na tona mangai nei te kupu ki toku papa, ki a Rawiri, a kua rite nei i tona ringa; i mea hoki ia,
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5
|2 Crônicas 6:5|
Mai o te ra i whakaputaina mai ai e ahau taku iwi i te whenua o Ihipa, kihai i whiriwhiria e ahau he pa i roto i nga iwi katoa o Iharaira e hanga ai he whare hei waihotanga iho mo toku ingoa ki reira; kihai hoki i whiriwhiria e ahau tetahi tangat a hei rangatira mo taku iwi, mo Iharaira:
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6
|2 Crônicas 6:6|
Otiia kua whiriwhiria nei e ahau a Hiruharama hei waihotanga iho mo toku ingoa; kua whiriwhiria ano e ahau a Rawiri hei rangatira mo taku iwi, mo Iharaira.
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7
|2 Crônicas 6:7|
Na i whai ngakau toku papa, a Rawiri, ki te hanga whare mo te ingoa o Ihowa, o te Atua o Iharaira.
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8
|2 Crônicas 6:8|
Otiia i mea a Ihowa ki a Rawiri, ki toku papa, I te mea i roto i tou ngakau kia hanga he whare mo toku ingoa, he pai tau, ara te whakaaro a tou ngakau:
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9
|2 Crônicas 6:9|
Otiia e kore taua whare e hanga e koe: engari tau tama e puta mai i tou hope, mana e hanga te whare mo toku ingoa.
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10
|2 Crônicas 6:10|
Na kua mana nei i a Ihowa tana kupu i korero ai ia; a kua ara tenei ahau i muri i a Rawiri, i toku papa, a noho ana i runga i te torona o Iharaira, pera ana me ta Ihowa i korero ai, a hanga ana e ahau he whare mo te ingoa o Ihowa, o te Atua o Ih araira.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva