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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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21
|2 Crônicas 9:21|
He kaipuke hoki a te kingi, rere ai ki Tarahihi me nga tangata a Hurama: kotahi te unga mai i nga tau e toru o nga kaipuke o Tarahihi, me te mau mai i te koura, i te hiriwa, i te rei, i te makimaki, i te pikake.
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22
|2 Crônicas 9:22|
Na nui atu a Kingi Horomona i nga kingi katoa o te whenua te whai taonga, te mohio.
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23
|2 Crônicas 9:23|
A i whai nga kingi katoa o te whenua ki a Horomona, kia rongo i tona mohio i homai nei e te Atua ki tona ngakau.
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24
|2 Crônicas 9:24|
A ka mauria mai e tena tana hakari, tana hakari, nga oko hiriwa, nga oko koura, nga kakahu, nga mea mo te whawhai, nga mea kakara, nga hoiho, nga muera, he mea tatau a tau tonu.
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25
|2 Crônicas 9:25|
Na e wha mano nga turanga a Horomona mo nga hoiho, mo nga hariata, tekau ma rua mano nga kaieke hoiho, waiho ana e ia ki nga pa hariata, ki te kingi ano ki Hiruharama.
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26
|2 Crônicas 9:26|
Na ko ia te kingi mo nga kingi katoa, o te awa mai a tae noa ki te whenua o nga Pirihitini, ki te rohe ra ano ki Ihipa.
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27
|2 Crônicas 9:27|
Na meinga ana e te kingi te hiriwa o Hiruharama kia rite ki te kohatu; i meinga ano hoki e ia nga hita kia rite ki te hikamora i te raorao te tini.
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28
|2 Crônicas 9:28|
A mauria ana mai e ratou he hoiho mo Horomona i Ihipa, i nga whenua katoa ano hoki.
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29
|2 Crônicas 9:29|
Na, ko era atu meatanga a Horomona, o mua, o muri, kahore ianei i tuhituhia ki te pukapuka a Natana poropiti, ki te poropititanga ano a Ahia Hironi, ki nga kitenga ano a Iro matakite i nga mea mo Ieropoama tama a Nepata?
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30
|2 Crônicas 9:30|
Na e wha tekau nga tau i kingi ai a Horomona i Hiruharama ki a Iharaira katoa.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva