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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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11
|2 Crônicas 11:11|
I hanga ano e ia kia kaha etahi pa taiepa, whakawhiwhi rawa ki te rangatira mo roto, ki tona nui ano hoki o te kai, o te hinu, o te waina,
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12
|2 Crônicas 11:12|
Ki te pukupuku, ki te tao ano hoki i roto i tenei pa, i tenei pa; no ka tino kaha rawa; i a ia hoki a Hura raua ko Pineamine.
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13
|2 Crônicas 11:13|
¶ Na, ko nga tohunga me nga Riwaiti puta noa i a Iharaira, haere ana ratou ki a ia i o ratou rohe katoa.
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14
|2 Crônicas 11:14|
I whakarerea hoki e nga Riwaiti o ratou wahi i nga pa, me o ratou kainga ake, a haere ana ki Hura, ki Hiruharama: i peia hoki ratou e Ieropoama ratou ko ana tama, kei mahi tohunga ratou ki a Ihowa.
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15
|2 Crônicas 11:15|
I whakaritea ano e ia etahi tohunga mana ki nga wahi tiketike, ki nga koati toa, ki nga kuao kau i hanga e ia.
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16
|2 Crônicas 11:16|
Na i muri i a ratou ko te hunga o nga iwi katoa o Iharaira i homai nei i o ratou ngakau ki te rapu i a Ihowa, i te Atua o Iharaira, haere ana ratou ki Hiruharama ki te mea patunga tapu ki a Ihowa, ki te Atua o o ratou matua.
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17
|2 Crônicas 11:17|
Heoi na ratou i whakau te kingitanga o Hura, i whakakaha hoki a Rehopoama tama a Horomona, e toru tau: e toru hoki nga tau i haere ai ratou i te ara o Rawiri raua ko Horomona.
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18
|2 Crônicas 11:18|
Na ka tangohia e Rehopoama hei wahine mana a Maharata tamahine a Terimoto tama a Rawiri, a raua ko Apihaira tamahine a Eriapa tama a Hehe;
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19
|2 Crônicas 11:19|
Na, ko ana tama i whanau i tenei; ko Ieuhu, ko Hemaria, ko Tahama.
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20
|2 Crônicas 11:20|
A i muri i tenei wahine ka tangohia e ia ko Maaka tamahine a Apoharama. Na, ko ana tama i whanau i tenei; ko Apia, ko Atai, ko Tita, ko Heromiti.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva