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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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5
|2 Crônicas 15:5|
Kahore hoki he maunga rongo i aua wa, e haere atu ai tetahi, e haere mai ai ranei; he nui hoki nga whakararuraru o nga tangata katoa o nga whenua.
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6
|2 Crônicas 15:6|
Kua pakaru rikiriki hoki ratou, tetahi iwi i tetahi, tetahi pa i tetahi: na te Atua hoki ratou i whakararu ki nga aitua katoa.
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7
|2 Crônicas 15:7|
Ko koutou ia, kia kaha; kaua o koutou ringa e ngoikore, no te mea ka whai utu ta koutou mahi.
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8
|2 Crônicas 15:8|
¶ A, i te rongonga o Aha i enei kupu, i te poropititanga a Orere poropiti, ka maia ia, a whakakahoretia ana e ia nga whakapakoko whakarihariha puta noa i te whenua o Hura raua ko Pineamine, i nga pa ano hoki o te whenua pukepuke o Eparaima i riro i a ia. I whakahoutia ano hoki e ia te aata i mua i te whakamahau o Ihowa.
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9
|2 Crônicas 15:9|
I huihuia ano e ia a Hura katoa raua ko Pineamine, me nga manene e noho ana i a ratou o roto o Eparaima, o Manahi, o Himiona: i papahoro hoki enei ki a ia, tona tini, i roto i a Iharaira, i to ratou kitenga kei a ia a Ihowa, tona Atua.
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10
|2 Crônicas 15:10|
Heoi huihui ana ratou ki Hiruharama i te toru o nga marama o te tekau ma rima o nga tau o te kingitanga o Aha.
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11
|2 Crônicas 15:11|
Patua iho e ratou i taua wa ano hei whakahere ma Ihowa etahi o nga mea i riro i a ratou i te parekura, e whitu rau kau, e whitu mano hipi hoki.
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12
|2 Crônicas 15:12|
Na ka uru ratou ki te kawenata kia whakapaua o ratou ngakau, o ratou wairua ki te rapu i a Ihowa, i te Atua o o ratou matua;
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13
|2 Crônicas 15:13|
A, ko te tangata e kore e rapu i a Ihowa, i te Atua o Iharaira, kia whakamatea, ahakoa iti, ahakoa rahi, ahakoa tana, ahakoa wahine.
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14
|2 Crônicas 15:14|
Nui atu to ratou reo ki te oati ki a Ihowa; hamama ana, tangi ana nga tetere me nga koronete.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva