-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Maori -
-
23
|2 Crônicas 18:23|
Katahi ka whakatata a Terekia tama a Kenaana, ka patu i te paparinga o Mikaia, ka mea, I na hea te haerenga atu o te wairua o Ihowa i ahau ki a koe, korero ai?
-
24
|2 Crônicas 18:24|
Ano ra ko Mikaia, Tera koe e kite i te ra e haere ai koe ki tetahi ruma i roto rawa piri ai.
-
25
|2 Crônicas 18:25|
Katahi te kingi o Iharaira ka mea, Kawea atu a Mikaia, whakahokia ki a Amono rangatira o te pa, ki a Ioaha hoki tama a te kingi:
-
26
|2 Crônicas 18:26|
Ki atu hoki, Ko te kupu tenei a te kingi, Hoatu tenei ki te whare herehere, whangaia hoki ki te taro o te tangihanga, ki te wai o te tangihanga, kia hoki mai ra ano ahau i runga i te rangimarie.
-
27
|2 Crônicas 18:27|
Ano ra ko Mikaia, Ki te tupono koe te hoki mai i runga i te rangimarie, heoi he teka naku i whakapuaki ta Ihowa korero. I mea ano ia, Whakarongo mai, e nga iwi katoa.
-
28
|2 Crônicas 18:28|
¶ Heoi haere ana te kingi o Iharaira raua ko Iehohapata, kingi o Hura ki runga, ki Ramoto Kireara.
-
29
|2 Crônicas 18:29|
Na ka mea te kingi o Iharaira ki a Iehohapata, Me whakaputa ke toku ahau, ka haere ki te whawhai; ko koe ia kakahuria ou kakahu. Heoi whakaputa ke ana te kingi o Iharaira i tona ahua, a haere ana raua ki te whawhai.
-
30
|2 Crônicas 18:30|
Kua oti ano ana rangatira hariata te whakahau e te kingi o Hiria; i mea ia, Kaua e whawhai ki te iti, ki te rahi; engari ki te kingi anake o Iharaira.
-
31
|2 Crônicas 18:31|
Na, i te kitenga o nga rangatira o nga hariata i a Iehohapata, ka mea ratou, Ko te kingi o Iharaira tenei. Na kua mui ki a ia ki te whawhai. Otiia ko te karangatanga o Iehohapata, a ka awhinatia ia e Ihowa; a na te Atua ratou i mea kia whakarere i a ia.
-
32
|2 Crônicas 18:32|
Na, i te kitenga o nga rangatira o nga hariata ehara i te kingi o Iharaira, hoki ana ratou i te whai i a ia.
-
-
Sugestões

Clique para ler João 4-6
29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva