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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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19
|2 Crônicas 23:19|
I whakaturia ano e ia he kaitiaki kuwaha mo nga kuwaha o te whare o Ihowa, kei haere ki roto te tangata e poke ana i tetahi mea.
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20
|2 Crônicas 23:20|
Na tikina ana e ia nga rangatira rau, nga tangata nunui, ratou ko nga kawana o te iwi, ko te iwi katoa ano hoki o te whenua, a mauria iho ana e ratou te kingi i te whare o Ihowa ki raro; na haere ana ratou na to runga kuwaha ki te whare o te kin gi, a whakanohoia ana te kingi ki te torona o te kingitanga.
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21
|2 Crônicas 23:21|
Heoi koa tonu te iwi katoa o te whenua, a marire noa iho te pa: a patua ana e ratou a Ataria ki te hoari.
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1
|2 Crônicas 24:1|
¶ E whitu nga tau o Ioaha i a ia i kingi ai; a e wha tekau nga tau i kingi ai ia ki Hiruharama. A ko te ingoa o tona whaea, ko Tipia, no Peerehepa.
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2
|2 Crônicas 24:2|
Na he tika nga mahi a Ioaha ki te titiro a Ihowa i nga ra katoa o te tohunga, o Iehoiara.
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3
|2 Crônicas 24:3|
A i tangohia e Iehoiara he wahine mana, tokorua; a ka whanau ana tama, ana tamahine.
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4
|2 Crônicas 24:4|
I muri i tenei ka whai ngakau a Ioaha ki te whakahou i te whare o Ihowa.
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5
|2 Crônicas 24:5|
A ka oti nga tohunga me nga Riwaiti te huihui e ia, ka mea ia ki a ratou, Haere ki nga pa o Hura, ki te kohikohi moni mai i a Iharaira katoa hei whakahou i te whare o to koutou Atua, i tenei tau, i tenei tau; ma koutou hoki e whakahohoro taua mah i. Heoi kihai i hohoro i nga Riwaiti.
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6
|2 Crônicas 24:6|
Na ka karanga te kingi ki a Iehoiara, ko te upoko hoki ia, a ka mea ki a ia, He aha koe te mea ai ki nga Riwaiti kia mauria mai i a Hura, i Hiruharama, te mea i kohikohia, ta Mohi pononga a Ihowa me ta te whakaminenga o Iharaira mo te tapenakara o te whakaaturanga?
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7
|2 Crônicas 24:7|
Na nga tama hoki a taua wahine kino a Ataria i wahi te whare o te Atua; a ko nga mea tapu katoa o te whare o Ihowa, meinga ana e ratou mo nga Paara.
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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva