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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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21
|2 Crônicas 25:21|
Heoi haere ana a Ioaha kingi o Iharaira, a ka titiro raua ko Amatia kingi o Hura, tetahi ki te kanohi o tetahi, ki Petehemehe o Hura.
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22
|2 Crônicas 25:22|
Na kua patua a Hura i te aroaro o Iharaira, a rere ana ratou, tena ki tona teneti, tena ki tona teneti.
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23
|2 Crônicas 25:23|
I mau ano a Amatia kingi o Hura tama a Ioaha tama a Iehoahata i a Ioaha kingi o Iharaira ki Petehemehe, a kawea ana ia ki Hiruharama, wawahia ana e ia te taiepa o Hiruharama, i te kuwaha mai ano o Eparaima taea noatia te kuwaha o te koki, e wha rau whatianga.
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24
|2 Crônicas 25:24|
Na, ko te koura katoa, ko te hiriwa, me nga oko katoa i kitea ki te whare o te Atua, ki a Opereeroma, me nga taonga o te whare o te kingi, me etahi tangata hei taumau, tangohia ake e ia, a hoki ana ki Hamaria.
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25
|2 Crônicas 25:25|
A tekau ma rima nga tau i ora ai a Amatia tama a Ioaha kingi o Hura i muri i te matenga o Ioaha tama a Iehoahata kingi o Iharaira.
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26
|2 Crônicas 25:26|
Na, ko era atu meatanga a Amatia, o mua, me o muri, nana, kahore ianei i tuhituhia ki te pukapuka o nga kingi o Hura, o Iharaira?
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27
|2 Crônicas 25:27|
Na no muri i te wa i mahue ai i a Amatia te whai i a Ihowa, ka whakatupuria he he mona ki Hiruharama, a rere ana ia ki Rakihi. Otiia ka unga tangata ratou ki te whai i a ia ki Rakihi, a whakamatea iho ia ki reira.
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28
|2 Crônicas 25:28|
A mauria ana mai i runga hoiho, tanumia ana ki te taha o ona matua, ki te pa o Hura.
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1
|2 Crônicas 26:1|
¶ Katahi te iwi katoa o Hura ka mau ki a Utia, kotahi tekau ma ono nei ona tau, a meinga ana hei kingi i muri i tona papa, i a Amatia.
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2
|2 Crônicas 26:2|
Na tenei i hanga Eroto, a whakahokia ana ki a Hura, i muri i te moenga o te kingi ki ona matua.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva