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Maori -
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1
|Amós 2:1|
¶ Ko te kupu tenei a Ihowa: Ka toru nei nga pokanga ketanga o Moapa, ae ra, ka wha, na e kore e whakatahuritia atu e ahau te whiu mona; no te mea nana i tahu nga wheua o te kingi o Eroma hei kotakota.
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2
|Amós 2:2|
Engari ka tukua atu e ahau he ahi ki Moapa, a ka pau i reira nga whare kingi o Kirioto; a ka mate a Moapa i runga i te ngangau, i te hamama, i te tangi o te tetere.
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3
|Amós 2:3|
A ka hatepea atu e ahau te kaiwhakawa i roto i a ia, ka patua ratou tahi ko nga rangatira katoa o reira, e ai ta Ihowa.
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4
|Amós 2:4|
Ko te kupu tenei a Ihowa: Ka toru nei nga pokanga ketanga o Hura, ae ra, ka wha, na e kore e whakatahuritia atu e ahau te whiu mona; no te mea kua whakahawea ratou ki te ture a Ihowa, kihai hoki i pupuri i ana tikanga, a kua meinga ratou e a rato u korero teka kia kotiti ke, i whaia nei e o ratou matua.
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5
|Amós 2:5|
Engari ka tukua e ahau he ahi ki a Hura, a pau ake i reira nga whare kingi o Hiruharama.
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6
|Amós 2:6|
Ko te kupu tenei a Ihowa: Ka toru nei nga pokanga ketanga o Iharaira, ae ra, ka wha, na e kore e whakatahuritia atu e ahau te whiu mona; no te mea kua hokona e ratou te tangata tika ki te hiriwa, te rawakore ki nga hu e rua.
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7
|Amós 2:7|
E minamina ana ratou ki te puehu o te whenua i runga i te mahunga o nga ware: a whakaparoritia ake e ratou te ara o te hunga mahaki: a ka haere te tangata raua ko tona papa ki te kotiro kotahi hei whakapoke i toku ingoa tapu.
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8
|Amós 2:8|
Na takoto ana ratou ki te taha o nga aata katoa i runga i nga kakahu i homai hei taunaha, a i roto i te whare o to ratou atua kei te inu ratou i te waina a te hunga i whakataua nei te he ki a ratou.
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9
|Amós 2:9|
¶ Otiia i whakangaromia e ahau te Amori i to ratou aroaro, ko tona roa koia ano kei te roa o te hita, a he kaha ia, pera i nga oki: heoi whakangaromia ana e ahau ona hua i runga, ona pakiaka i raro.
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10
|Amós 2:10|
I kawea mai ano hoki koutou e ahau i te whenua o Ihipa, a e wha tekau nga tau i arahina ai koutou i te koraha, he mea kia riro mai ai te whenua o te Amori.
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Sugestões

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29 de junho LAB 546
FAZENDO COMENTÁRIO BÍBLICO
SALMOS 81-85
Hoje, temos cinco salmos propostos para nossa leitura diária: Salmos 81-85. Quero apresentar a você uma breve introdução a cada um deles, feita pelo comentário bíblico Moody.
Um hino de louvor introduz o Salmo 81, e um pronunciamento profético o conclui. A mudança abrupta no fim do versículo 5 tem sugerido a muitos comentaristas que fragmentos de dois salmos foram reunidos aqui. Contudo, esse ponto de vista não é imperativo, pois um festival solene seria a ocasião para tal recital do relacionamento de Deus com Israel. O termo especial para o festival, o tocar da trombeta, as referências à lua nova e à lua cheia provavelmente fornecem uma dupla referência do poema à Festa das Trombetas e à Festa dos Tabernáculos.
Uma cena do julgamento da injustiça foi apresentada no didático poema que constitui o salmo 81. Sua devida interpretação repousa sobre a identidade do segundo “Elohim” que aparece no versículo um. Alguns comentaristas o traduzem literalmente como deuses e o relacionam a um conceito de deuses subordinados em um conselho celestial. Outros o traduzem como anjos e o ligam a um conceito menos politeísta. Outros intérpretes ainda traduzem-no como juízes e o fazem referir-se aos homens injustos com autoridade. Esta última interpretação parece a preferível.
O Salmo 83 é uma lamentação nacional típica em tempo de grande perigo. Considerando que os inimigos de Israel eram automaticamente os inimigos de Deus, o nome de Deus (Yahweh) está em jogo. A ocasião não pode ser identificada com certeza; ainda desconhecemos um período da história de Israel onde tenha existido tal confederação de nações. O salmo talvez se refira a um acontecimento não registrado em outro lugar qualquer da história de Israel ou, talvez, se refira a grupos tribais que simplesmente deram apoio moral em um período de crise.
Salmo 84: Esse é o cântico de um peregrino cujo alvo é quase atingido. Através de tudo, ele tem um sentimento de paz e comunhão que transcende o ritual e outros aspectos externos do culto. Embora o poema reflita os sentimentos dos peregrinos de qualquer período, parece que vem do período da monarquia em uma ocasião quando o templo ainda estava de pé.
Já o salmo 85, embora seja basicamente um lamento nacional, tem um forte elemento profético também. Apesar de que em sua primeira parte (versos 1-3) pareça referir-se a um retorno à liberdade, esses versículos são idealizados além da situação conhecida naqueles dias. O salmista usa essa figura ideal para mostrar o forte contraste entre o presente e a certeza do futuro.
Esses comentários foram gerais. Agora, faça você, leitor, um comentário verso por verso desses salmos.
Valdeci Júnior
Fátima Silva