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Maori -
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1
|Amós 2:1|
¶ Ko te kupu tenei a Ihowa: Ka toru nei nga pokanga ketanga o Moapa, ae ra, ka wha, na e kore e whakatahuritia atu e ahau te whiu mona; no te mea nana i tahu nga wheua o te kingi o Eroma hei kotakota.
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2
|Amós 2:2|
Engari ka tukua atu e ahau he ahi ki Moapa, a ka pau i reira nga whare kingi o Kirioto; a ka mate a Moapa i runga i te ngangau, i te hamama, i te tangi o te tetere.
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3
|Amós 2:3|
A ka hatepea atu e ahau te kaiwhakawa i roto i a ia, ka patua ratou tahi ko nga rangatira katoa o reira, e ai ta Ihowa.
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4
|Amós 2:4|
Ko te kupu tenei a Ihowa: Ka toru nei nga pokanga ketanga o Hura, ae ra, ka wha, na e kore e whakatahuritia atu e ahau te whiu mona; no te mea kua whakahawea ratou ki te ture a Ihowa, kihai hoki i pupuri i ana tikanga, a kua meinga ratou e a rato u korero teka kia kotiti ke, i whaia nei e o ratou matua.
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5
|Amós 2:5|
Engari ka tukua e ahau he ahi ki a Hura, a pau ake i reira nga whare kingi o Hiruharama.
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6
|Amós 2:6|
Ko te kupu tenei a Ihowa: Ka toru nei nga pokanga ketanga o Iharaira, ae ra, ka wha, na e kore e whakatahuritia atu e ahau te whiu mona; no te mea kua hokona e ratou te tangata tika ki te hiriwa, te rawakore ki nga hu e rua.
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7
|Amós 2:7|
E minamina ana ratou ki te puehu o te whenua i runga i te mahunga o nga ware: a whakaparoritia ake e ratou te ara o te hunga mahaki: a ka haere te tangata raua ko tona papa ki te kotiro kotahi hei whakapoke i toku ingoa tapu.
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8
|Amós 2:8|
Na takoto ana ratou ki te taha o nga aata katoa i runga i nga kakahu i homai hei taunaha, a i roto i te whare o to ratou atua kei te inu ratou i te waina a te hunga i whakataua nei te he ki a ratou.
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9
|Amós 2:9|
¶ Otiia i whakangaromia e ahau te Amori i to ratou aroaro, ko tona roa koia ano kei te roa o te hita, a he kaha ia, pera i nga oki: heoi whakangaromia ana e ahau ona hua i runga, ona pakiaka i raro.
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10
|Amós 2:10|
I kawea mai ano hoki koutou e ahau i te whenua o Ihipa, a e wha tekau nga tau i arahina ai koutou i te koraha, he mea kia riro mai ai te whenua o te Amori.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva