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Maori -
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1
|Amós 5:1|
¶ Whakarongo ki tenei kupu, kua maranga nei i ahau hei tangi ki a koutou, e te whare o Iharaira.
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2
|Amós 5:2|
Kua hinga te wahine a Iharaira; e kore ia e ara i muri: kua whakataka ia ki runga ki tona oneone; kahore he mea hei whakaara ake i a ia.
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3
|Amós 5:3|
No te mea ko te kupu tenei a te Ariki, a Ihowa; Ko te pa kotahi nei te mano i te haerenga atu, kotahi rau e toe, a ko tera kotahi nei te rau i te haerenga atu, kotahi tekau e toe ki te whare o Iharaira.
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4
|Amós 5:4|
¶ Ko te kupu hoki tenei a Ihowa ki te whare o Iharaira, Rapua ahau, kia ora ai koutou.
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5
|Amós 5:5|
Otiia kaua e rapu i Peteere, kaua e haere ki Kirikara, kaua ano e haere ki Peerehepa: no te mea tera a Kirikara ka riro i te whakarau, a hei kore noa iho a Peteere.
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6
|Amós 5:6|
Rapua a Ihowa, a ka ora koutou; kei toro atu ia, ano he ahi, i roto i te whare o Hohepa, a pau noa, a kore noa iho he kaitinei i roto i Peteere.
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7
|Amós 5:7|
E te hunga i puta ke ai te whakawa hei taru kawa, i taia ai te tika ki te whenua;
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8
|Amós 5:8|
Rapua te kaihanga o matariki, o Tautoru; e riro ke ana i a ia te atarangi o te mate hei ata, e whakapouritia ana e ia te ra hei po; e karangatia ana e ia nga wai o te moana, a ringihia ana e ia ki runga ki te mata o te whenua: ko Ihowa tona ingoa:
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9
|Amós 5:9|
Nana i whakaputa ohorere te whakangaromanga ki te hunga kaha, i tae ai te whakangaromanga ki te pa kaha.
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10
|Amós 5:10|
E kinongia ana e ratou te kairiri he i te kuwaha, a he mea whakarihariha ki a ratou te tangata korero tika.
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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva