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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Atos 25:1|
¶ No te taenga mai o Petuha ki te kawanatanga, ka toru nga ra, ka haere atu ia i Hiharia ki Hiruharama.
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2
|Atos 25:2|
Na ka korero te tohunga nui me nga rangatira o nga Hurai ki a ia mo Paora, ka tohe ki a ia,
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3
|Atos 25:3|
Kia whakaaetia ta ratou mona, kia tikina atu ia ki Hiruharama, he whanga hoki to ratou mona kia whakamatea ki te ara.
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4
|Atos 25:4|
Otira ka whakahokia e Petuha, kei Hiharia a Paora e pupuri ana, a tera e hohoro tona haere ki reira.
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5
|Atos 25:5|
I mea ano ia, Me haere tahi ano i ahau ki raro nga mea o koutou e whai mana ana, ki te whakawa i taua tangata, ki te mea he kino tona.
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6
|Atos 25:6|
A ka noho ia i a ratou mo nga ra e waru, ngahuru ranei, na ka haere ki Hiharia; ao ake te ra ka noho ki te nohoanga whakawa, a ka mea kia arahina mai a Paora.
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7
|Atos 25:7|
A, no tona taenga atu, e tu ana tera nga Hurai i haere mai i Hiruharama, he maha, he nui nga he i whakapangia e ratou ki a Paora; heoi kihai i u ta ratou.
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8
|Atos 25:8|
A ka utua e Paora, Kahore rawa oku hara ki te ture a nga Hurai, kahore hoki ki te temepara, kahore ano ki a Hiha.
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9
|Atos 25:9|
Heoi ka mea a Petuha ki a Paora, i tona hiahia kia paingia e nga Hurai, E pai ana ranei koe kia haere ki Hiruharama, ki reira whakawakia ai mo enei mea ki toku aroaro?
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10
|Atos 25:10|
Ano ra ko Paora, E tu ana ahau ki te nohoanga whakawa o Hiha, hei reira tonu ahau whakawakia ai: kahore oku he ki nga Hurai, kua tino kitea na hoki e koe.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva