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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Atos 7:1|
¶ Katahi ka mea te tohunga nui, He pono ranei enei mea?
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2
|Atos 7:2|
Na mea ia, E nga teina, e nga matua, whakarongo mai: I puta te Atua o te kororia ki to tatou matua, ki a Aperahama, i a ia i Mehopotamia, a kiano i noho ki Harana,
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3
|Atos 7:3|
Ka mea ki a ia, Haere atu i tou whenua, i ou whanaunga, a e tomo ki te whenua e whakakitea e ahau ki a koe.
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4
|Atos 7:4|
Na puta mai ana ia i te whenua o nga Karari, noho ana ki Harana: a, no te matenga o tona papa, ka whakahekea mai ia i reira e te Atua ki tenei whenua e noho nei koutou.
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5
|Atos 7:5|
A kihai i hoatu tetahi kainga mona i konei, kore rawa, ahakoa he turanga waewae noa: heoi i oati ia, tera e homai a konei hei kainga mona, mo tona uri hoki i muri i a ia, ahakoa ra i taua wa kahore ana tamariki.
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6
|Atos 7:6|
A i penei te korero a te Atua, tera tona uri e noho manene ki te whenua ke: ka meinga hoki hei pononga, a e wha rau tau e tukinotia ana.
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7
|Atos 7:7|
Na, ko te iwi e meinga ai ratou hei pononga, ka whakawakia e ahau, e ai ta te Atua: muri iho i tenei ka puta mai ratou, a ka mahi ki ahau i tenei wahi.
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8
|Atos 7:8|
A i homai ano e ia ki a ia te kawenata o te kotinga: a whanau ake ta Aperahama ko Ihaka, a i te waru o nga ra ka kotia; a na Ihaka ko Hakopa; na Hakopa hoki nga tupuna kotahi tekau ma rua.
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9
|Atos 7:9|
Na ka hae nga tupuna ki a Hohepa, a hokona ana ia ki Ihipa: otira i a ia te Atua;
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10
|Atos 7:10|
Nana ia i whakaora i ona matenga katoa, a hoatu ana ki a ia he pai, he matauranga i te aroaro o Parao kingi o Ihipa; a meinga ana ia e tera hei kawana mo Ihipa, mo tona whare katoa hoki.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva