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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Atos 7:1|
¶ Katahi ka mea te tohunga nui, He pono ranei enei mea?
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2
|Atos 7:2|
Na mea ia, E nga teina, e nga matua, whakarongo mai: I puta te Atua o te kororia ki to tatou matua, ki a Aperahama, i a ia i Mehopotamia, a kiano i noho ki Harana,
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3
|Atos 7:3|
Ka mea ki a ia, Haere atu i tou whenua, i ou whanaunga, a e tomo ki te whenua e whakakitea e ahau ki a koe.
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4
|Atos 7:4|
Na puta mai ana ia i te whenua o nga Karari, noho ana ki Harana: a, no te matenga o tona papa, ka whakahekea mai ia i reira e te Atua ki tenei whenua e noho nei koutou.
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5
|Atos 7:5|
A kihai i hoatu tetahi kainga mona i konei, kore rawa, ahakoa he turanga waewae noa: heoi i oati ia, tera e homai a konei hei kainga mona, mo tona uri hoki i muri i a ia, ahakoa ra i taua wa kahore ana tamariki.
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6
|Atos 7:6|
A i penei te korero a te Atua, tera tona uri e noho manene ki te whenua ke: ka meinga hoki hei pononga, a e wha rau tau e tukinotia ana.
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7
|Atos 7:7|
Na, ko te iwi e meinga ai ratou hei pononga, ka whakawakia e ahau, e ai ta te Atua: muri iho i tenei ka puta mai ratou, a ka mahi ki ahau i tenei wahi.
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8
|Atos 7:8|
A i homai ano e ia ki a ia te kawenata o te kotinga: a whanau ake ta Aperahama ko Ihaka, a i te waru o nga ra ka kotia; a na Ihaka ko Hakopa; na Hakopa hoki nga tupuna kotahi tekau ma rua.
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9
|Atos 7:9|
Na ka hae nga tupuna ki a Hohepa, a hokona ana ia ki Ihipa: otira i a ia te Atua;
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10
|Atos 7:10|
Nana ia i whakaora i ona matenga katoa, a hoatu ana ki a ia he pai, he matauranga i te aroaro o Parao kingi o Ihipa; a meinga ana ia e tera hei kawana mo Ihipa, mo tona whare katoa hoki.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva