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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Atos 9:1|
¶ Ko Haora ia kei te kupukupu tonu i te whakawehi, i te mate mo nga akonga a te Ariki, a haere ana ki te tohunga nui,
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2
|Atos 9:2|
Kei te tono pukapuka i a ia ki nga whakaminenga i Ramahiku, ina kitea e ia tetahi no te huarahi, ahakoa tane, wahine ranei, kia mauria hereheretia mai e ia ki Hiruharama.
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3
|Atos 9:3|
Na, i a ia e haere ana, ka whakatata ia ki Ramahiku; na, ohorere ana te whitinga mai ki a ia, huri noa, o tetahi marama no te rangi:
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4
|Atos 9:4|
A hinga ana ia ki te whenua, ka rongo ake i tetahi reo e mea ana ki a ia, E Haora, e Haora, he aha tau e whakatoi nei i ahau?
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5
|Atos 9:5|
Ano ra ko ia, Ko wai koe, e te Ariki? Ka mea ia, Ko Ihu ahau, e whakatoia nei e koe: ehara tau, te whana ki nga koikoi.
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6
|Atos 9:6|
Na wiri ana ia, ihiihi ana, ka mea, E te Ariki, kia aha ahau? Ano ra ko te Ariki ki a ia, Whakatika, tomo atu ki te pa, a ka korerotia ki a koe tau e mea ai.
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7
|Atos 9:7|
Na, ko nga tangata i haere tahi i a ia, tu reokore ana, rongo kau ana ki te reo, kahore ia i kite tangata.
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8
|Atos 9:8|
Na ka whakatika ake a Haora i te whenua, a, i te tuwheratanga o ona kanohi, kihai rawa ia i kite aha: na arahina a ringatia ana ia e ratou, mauria ana ia ki Ramahiku.
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9
|Atos 9:9|
A e toru ona ra e kore ana e kite, kihai hoki i kai, kihai i inu.
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10
|Atos 9:10|
¶ Na i Ramahiku tetahi akonga, ko Anania te ingoa; ka mea te Ariki ki a ia, he kite, E Anania. Ka mea tera, Tenei ahau, e te Ariki.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva