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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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25
|Atos 28:25|
A, te rite a ratou korero, ka puta atu ratou, i muri i te korerotanga a Paora i tetahi kupu, Tika tonu te korero a te Wairua Tapu i a Ihaia poropiti ki o koutou matua,
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26
|Atos 28:26|
I mea nei, Haere ki tenei iwi, mea atu, Rongo noa koutou, e kore e matau; titiro noa koutou, e kore e kite:
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27
|Atos 28:27|
Kua matotoru hoki te ngakau o tenei iwi, he puhoi nga taringa ki te whakarongo, o ratou kanohi kua whakamoea e ratou; kei kite nga kanohi, kei rongo nga taringa, kei matau te ngakau, a ka tahuri ratou, ka ora i ahau.
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28
|Atos 28:28|
Na kia mohio koutou, ka tukua tenei whakaoranga a te Atua ki nga Tauiwi, a ka rongo ratou.
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29
|Atos 28:29|
A ka mutu enei korero ana, ka haere nga Hurai, he nui hoki ta ratou tautohetohe ki a ratou ano.
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30
|Atos 28:30|
¶ A e rua tino tau i noho ai a Paora ki tona whare i utua e ia, a manaakitia ana e ia te hunga katoa e tomo ana ki a ia;
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31
|Atos 28:31|
A maia tonu ia ki te kauwhau i te rangatiratanga o te Atua, ki te whakaako i nga mea o te Ariki, o Ihu karaiti, kihai ano i riria.
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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva