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Maori -
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|Cantares 7:11|
Haere mai, e taku e aroha nei, taua ka haere ki te parae, ka moe taua ki nga pa ririki.
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12
|Cantares 7:12|
Kia moata to taua maranga ki nga mara waina; kia kite ai, e tupu ana ranei te waina, kua puta ranei te karepe hou, e kopuku ana ranei nga pamekaranete; ko reira hoatu ai e ahau toku aroha ki a koe.
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13
|Cantares 7:13|
Kei te patu te kakara o nga manitareki, kei o taua kuwaha ano nga momo hua papai katoa, nga mea hou, nga mea tawhito, he mea rongoa naku mau, e taku e aroha nei.
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1
|Cantares 8:1|
¶ Aue me i rite koe ki toku tungane i ngote nei i nga u o toku whaea! Ka kite ahau i a koe i waho, ka kihia koe e ahau; ae, e kore tetahi e whakahawea ki ahau.
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2
|Cantares 8:2|
Ka aratakina koe e ahau, ka kawea ki te whare o toku whaea, ko ia ano hei whakaako i ahau; ka whakainumia koe e ahau ki te waina whakaranu, ki te wai o taku pamekaranete.
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3
|Cantares 8:3|
Ko tona maui ki raro i toku matenga, ko tona matau ki te awhi i ahau.
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4
|Cantares 8:4|
He ki atu tenei naku ki a koutou, e nga tamahine o Hiruharama, kaua e whakaohokia, kaua e whakaarahia taku e aroha nei, kia pai ra ano ia.
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5
|Cantares 8:5|
¶ Ko wai tenei e haere mai nei i te koraha e taupuhipuhi nei ki tana i aroha ai? Naku koe i whakaara ake i raro i te aporo; ko te wahi tena i puta mai ai koe i roto i tou whaea; i puta mai ano koe i reira i roto i te wahine i whanau ai koe.
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6
|Cantares 8:6|
Waiho ahau hei hiri ki tou ngakau, hei hiri ki tou ringa; rite tahi hoki ki to te mate te kaha o te aroha; nanakia tonu te hae, ano ko te urupa, ko ona hiko, he hiko ahi, he mura pu na Ihowa.
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7
|Cantares 8:7|
Nui te wai, e kore te aroha e taea te tinei, e kore ano e ngaro i nga awa: ahakoa i hoatu e te tangata nga rawa katoa o tona whare mo te aroha, ka whakahaweatia rawatia.
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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva