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Maori -
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|Cantares 7:11|
Haere mai, e taku e aroha nei, taua ka haere ki te parae, ka moe taua ki nga pa ririki.
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12
|Cantares 7:12|
Kia moata to taua maranga ki nga mara waina; kia kite ai, e tupu ana ranei te waina, kua puta ranei te karepe hou, e kopuku ana ranei nga pamekaranete; ko reira hoatu ai e ahau toku aroha ki a koe.
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13
|Cantares 7:13|
Kei te patu te kakara o nga manitareki, kei o taua kuwaha ano nga momo hua papai katoa, nga mea hou, nga mea tawhito, he mea rongoa naku mau, e taku e aroha nei.
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1
|Cantares 8:1|
¶ Aue me i rite koe ki toku tungane i ngote nei i nga u o toku whaea! Ka kite ahau i a koe i waho, ka kihia koe e ahau; ae, e kore tetahi e whakahawea ki ahau.
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2
|Cantares 8:2|
Ka aratakina koe e ahau, ka kawea ki te whare o toku whaea, ko ia ano hei whakaako i ahau; ka whakainumia koe e ahau ki te waina whakaranu, ki te wai o taku pamekaranete.
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3
|Cantares 8:3|
Ko tona maui ki raro i toku matenga, ko tona matau ki te awhi i ahau.
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4
|Cantares 8:4|
He ki atu tenei naku ki a koutou, e nga tamahine o Hiruharama, kaua e whakaohokia, kaua e whakaarahia taku e aroha nei, kia pai ra ano ia.
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5
|Cantares 8:5|
¶ Ko wai tenei e haere mai nei i te koraha e taupuhipuhi nei ki tana i aroha ai? Naku koe i whakaara ake i raro i te aporo; ko te wahi tena i puta mai ai koe i roto i tou whaea; i puta mai ano koe i reira i roto i te wahine i whanau ai koe.
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6
|Cantares 8:6|
Waiho ahau hei hiri ki tou ngakau, hei hiri ki tou ringa; rite tahi hoki ki to te mate te kaha o te aroha; nanakia tonu te hae, ano ko te urupa, ko ona hiko, he hiko ahi, he mura pu na Ihowa.
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7
|Cantares 8:7|
Nui te wai, e kore te aroha e taea te tinei, e kore ano e ngaro i nga awa: ahakoa i hoatu e te tangata nga rawa katoa o tona whare mo te aroha, ka whakahaweatia rawatia.
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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva