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Maori -
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8
|Cantares 8:8|
¶ He teina nohinohi to matou, kahore hoki ona u: me pehea matou ki to matou teina i te ra e korerotia ai ia?
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9
|Cantares 8:9|
Ki te mea he taiepa ia, ka hanga e tatou he pourewa ki runga ki a ia, he mea hiriwa: ki te mea he tatau ia, ka whakakopakina ia e tatou ki nga papa hita.
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10
|Cantares 8:10|
He taiepa ahau, ko oku u, ano ko ona pourewa; no reira, ki tana titiro mai, i rite ahau ki tetahi kua kite i te ata noho.
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11
|Cantares 8:11|
He mara waina ta Horomona i Paarahamono, tukua atu ana e ia te mara ki nga kaitiaki; kotahi mano nga hiriwa hei kawenga mai ma tenei, ma tenei hei utu mo ona hua.
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12
|Cantares 8:12|
Ko taku mara, ko taku ake, kei toku aroaro: mau, e Horomona, te kotahi mano, a ma nga kaitiaki o ona hua e rua rau.
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13
|Cantares 8:13|
¶ E koe e noho nei i nga kari, e whakarongo ana nga hoa ki tou reo: meinga kia rongo ahau.
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14
|Cantares 8:14|
Kia hohoro, e taku e aroha nei, kia rite koe ki te anaterope, ki te kuao hata ranei i runga i nga maunga kinaki kakara.
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Sugestões

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03 de setembro LAB 612
APROVEITE A DISCIPLINA POR AMOR
Ezequiel 21-23
O que significa a expressão “o cetro de meu filho”, de Ezequiel 21:10?
Pra entender essa figura, você precisa tentar entender todo o trecho de texto. Ezequiel 21:8-17 trata da Espada Afiada e Polida.
Na sequência dos capítulos anteriores, o terror da destruição próxima de Jerusalém é descrito neste oráculo aqui, em termos ainda assustadores. A espada não só estava desembainhada, mas está afiada e polida para o dia da matança (v.10). Não era ocasião nem para regozijo, nem para zombaria. Por ocasião do sítio de Jerusalém por Senaqueribe nos dias do rei Ezequias, houve aqueles que, com o maior cinismo, estavam se preparando para o desastre que ameaçava engolfar a cidade dizendo: “Comamos e bebamos, que amanhã morreremos” (Isaías 22:13). Aparentemente, a história iria repetir-se ao Jerusalém ser sitiada pelos exércitos de Nabucodonosor. Esta diferença cínica em face de um perigo mortal reproduziu-se por ocasião do banquete que Belsazar ofereceu a seus grandes à véspera da tomada de Babilônia pelas tropas de Ciro (Daniel 5).
A frase final do v.10, que, a princípio, oferece umas certas dificuldades para ser entendida, poderia ser traduzida assim: “O cetro [na NVI, vareta] de meu filho despreza qualquer [outro] pau”. O termo hebraico “shebet” significa não somente “cetro”, mas também “tribo”. Nas bênçãos que Jacó proferiu em seu leito de morte somente de Judá diz ele beni, “filho meu” (Gênesis 49:9). Levando em consideração estes dois fatos, a frase “a tribo de meu filho” seria uma referência à tribo de Judá. O sentido de toda a frase seria então: “Judá despreza qualquer pau”. “Pau” teria neste contexto o sentido de “castigo”. Como Judá tinha desprezado os castigos mais leves do passado representados pelo “pau”, teria agora que sofrer o castigo da espada afiada e polida.
Através do “matador” do v.11, que é o NABUCODONOSOR, ou melhor, o exército que ele comandava, iria acontecer uma guerra contra todo o povo de Judá, e mesmo os príncipes não escapariam (v.12). O castigo seria feio. Judá, que tinha desprezado os castigos anteriores expressados pela vara, não sobreviveria ao castigo da espada (versos 13 e 10). A carnificina que ocorreria por ocasião do sítio e conquista de Jerusalém é descrita em termos horripilantes nos vv.14-17. E isso tudo realmente aconteceu. Infelizmente.
Lição de aplicação para a nossa vida: quando Deus nos permitir uma leve conseqüência ruim, em vez de desprezarmos a repreensão ou, em vez de até mesmo reclamar com Deus, o melhor é procurar aprender a lição enquanto a disciplina é leve. Caso contrário, a repreensão posterior pode ser insuportável. Concluindo tudo, o conselho é: aproveite a disciplina por amor.
Valdeci Júnior
Fátima Silva