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Maori -
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11
|Habacuque 1:11|
Katahi ia ka wheoro ake ano he hau, ka whiti atu, a ka nahi i te he: ara a ia, te tangata ko tona kaha nei tona atua.
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12
|Habacuque 1:12|
¶ He tekia ianei nonamata riro koe, e Ihowa, e toku Atua, e toku Mea Tapu? e kore matou e mate. Kua waiho ia e koe, e Ihowa, hei whakawa; kua whakapumautia ia e koe, e te Kamaka, hei whiu.
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13
|Habacuque 1:13|
He kanohi ma rawa ou, e kore koe e titiro ki te kino, e kore ano e ahei kia matakitaki koe ki te kino: he aha koe i matakitaki ai ki te hunga tinihanga, i whakarongo puku ai i te mea ka horomia e te tangata kino te tangata e tika rawa ana i a ia?
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14
|Habacuque 1:14|
He aha nga tangata i meinga ai e koe kia rite ki nga ika o te moana, ki nga mea ngokingoki kahore nei o ratou kaiwhakahaere tikanga?
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15
|Habacuque 1:15|
Ko ratou katoa tangohia ake e ia ki te matau, ka mau i a ia ki roto ki tana kupenga, a kokoa ana ki tana rou; na reira koa ana ia, whakamanamana ana.
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16
|Habacuque 1:16|
Koia ia i whakahere ai ki tana kupenga, i tahu whakakakara ai ki tana rou; no te mea na aua mea i whai ngako ai tona wahi, i momona ai tana kai.
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17
|Habacuque 1:17|
He mea ano ranei tera e whakawateatia ai e ia tana kupenga, a kore iho e tohungia nga iwi e patua tonutia ana?
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1
|Habacuque 2:1|
¶ Ka tu ahau ki taku mahi tiaki, ka whakanoho i ahau ki te taumaihi, ka tutei atu, ka titiro atu, ko te aha e kiia mai e ia ki ahau, a ko te aha e whakahokia e ahau ina riria taku.
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2
|Habacuque 2:2|
Na ka utua mai taku e Ihowa; i ki mai ia, Tuhituhia te kite, kia marama rawa ki nga papa, kia tere ai te kaikorero.
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3
|Habacuque 2:3|
Mo tona wa ano hoki i whakaritea ai te kite, a e whawhai ana ia ki te mutunga, a e kore e teka; ahakoa roa ia, tatari atu ki a ia; no te mea he pono rawa ka puta mai; e kore e whakaroa.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva