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Maori -
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4
|Habacuque 2:4|
Nana, kei te whakakake tona ngakau, kahore e tika i roto i a ia: ma tona whakapono ia ki ora ai te tangata tika.
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5
|Habacuque 2:5|
¶ Ae ra hoki, he mea nanakia te waina, he tangata whakakake, kahore e ata noho i te kainga; ko tona hiahia whakanuia ake e ia ano ko te reinga; kei te mate tona rite, e kore ano e ngata, e tawhiua ana hoki e ia nga iwi katoa ki a ia, e tuapuatia an a nga tangata katoa ki a ia:
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6
|Habacuque 2:6|
E kore ianei e whakahuatia e enei katoa he kupu whakatauki mona, he whakapeka taunu ano mona, a ka mea, Aue, te mate mo te tangata e ami ana i te mea ehara nei i a ia! he pehea ra te roa? mo te tangata ano e haupu ake ana i te taunaha ki runga ki a ia!
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7
|Habacuque 2:7|
E kore ianei e maranga ohorere ake nga kaingau mou? e kore ianei e ara nga kaiwhakatoi i a koe, a ka waiho koe hei taonga parau ma ratou?
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8
|Habacuque 2:8|
No te mea he maha nga iwi i pahuatia e koe, na ka pahuatia koe e nga toenga katoa o nga iwi; he mea hoki mo te toto o nga tangata, mo te mahi nanakia ki te whenua, ki te pa, a ki nga tangata katoa ano i reira.
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9
|Habacuque 2:9|
Aue, te mate mo te tangata, he kino nei te apo i apo taonga ai ia mo tona whare, he mea kia tiketike ake ai tona kohanga, kia ora ai ia i te kaha o te kino!
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10
|Habacuque 2:10|
Kua takoto i a koe he whakama mo tou whare i tau hatepenga atu i nga iwi maha; kua hara ano ki tou wairua ake.
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11
|Habacuque 2:11|
Ka karanga hoki te kohatu i roto i te pakitara, ka whakahoki kupu ano te kurupae i roto i nga rakau.
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12
|Habacuque 2:12|
Aue, te mate mo te tangata e hanga ana i te pa ki te toto, e whakau ana hoki i te pa ki te he!
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13
|Habacuque 2:13|
He teka ianei na Ihowa o nga mano i mauiui ai nga tangata i roto i te ahi, i ruha ai nga iwi i te kahore noa iho?
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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva