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Maori -
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|Habacuque 2:4|
Nana, kei te whakakake tona ngakau, kahore e tika i roto i a ia: ma tona whakapono ia ki ora ai te tangata tika.
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5
|Habacuque 2:5|
¶ Ae ra hoki, he mea nanakia te waina, he tangata whakakake, kahore e ata noho i te kainga; ko tona hiahia whakanuia ake e ia ano ko te reinga; kei te mate tona rite, e kore ano e ngata, e tawhiua ana hoki e ia nga iwi katoa ki a ia, e tuapuatia an a nga tangata katoa ki a ia:
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6
|Habacuque 2:6|
E kore ianei e whakahuatia e enei katoa he kupu whakatauki mona, he whakapeka taunu ano mona, a ka mea, Aue, te mate mo te tangata e ami ana i te mea ehara nei i a ia! he pehea ra te roa? mo te tangata ano e haupu ake ana i te taunaha ki runga ki a ia!
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7
|Habacuque 2:7|
E kore ianei e maranga ohorere ake nga kaingau mou? e kore ianei e ara nga kaiwhakatoi i a koe, a ka waiho koe hei taonga parau ma ratou?
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8
|Habacuque 2:8|
No te mea he maha nga iwi i pahuatia e koe, na ka pahuatia koe e nga toenga katoa o nga iwi; he mea hoki mo te toto o nga tangata, mo te mahi nanakia ki te whenua, ki te pa, a ki nga tangata katoa ano i reira.
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9
|Habacuque 2:9|
Aue, te mate mo te tangata, he kino nei te apo i apo taonga ai ia mo tona whare, he mea kia tiketike ake ai tona kohanga, kia ora ai ia i te kaha o te kino!
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10
|Habacuque 2:10|
Kua takoto i a koe he whakama mo tou whare i tau hatepenga atu i nga iwi maha; kua hara ano ki tou wairua ake.
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11
|Habacuque 2:11|
Ka karanga hoki te kohatu i roto i te pakitara, ka whakahoki kupu ano te kurupae i roto i nga rakau.
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12
|Habacuque 2:12|
Aue, te mate mo te tangata e hanga ana i te pa ki te toto, e whakau ana hoki i te pa ki te he!
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13
|Habacuque 2:13|
He teka ianei na Ihowa o nga mano i mauiui ai nga tangata i roto i te ahi, i ruha ai nga iwi i te kahore noa iho?
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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva