-
-
Maori -
-
14
|Habacuque 2:14|
Ka kapi hoki te whenua i te matauranga ki te kororia o Ihowa, ano ko nga wai e taupoki ana i te moana.
-
15
|Habacuque 2:15|
¶ Aue, te mate mo te tangata e mea ana i tona hoa kia inu, e apiti atu ana i te mea nanakia ki tera, e whakahaurangi ana hoki i a ia, kia titiro ai koe ki a ratou e takoto tahanga ana!
-
16
|Habacuque 2:16|
E ki ana koe i te whakama, kahore i te kororia: e inu hoki koe, kia waiho ai koe, ano he mea kokotikore: ka anga mai ki a koe te kapu a to Ihowa ringa matau, a he whakama whakarihariha ka tau ki runga ki tou kororia.
-
17
|Habacuque 2:17|
Ko te mahi nanakia hoki ki Repanona hei taupoki mou, me te whakangaromanga o nga kararehe i wehingia ra e ratou; mo te toto hoki o nga tangata, mo te mahi nanakia ki te whenua, ki te pa, ki nga tangata ano o reira.
-
18
|Habacuque 2:18|
He aha te pai o te whakapakoko i whaoa ai e tona kaihanga; o te whakapakoko whakarewa ano, o te kaiwhakaako ki te teka, i whakawhirinaki ai tona kaihanga ki tana mahi, ka mahi i nga whakapakoko wahangu?
-
19
|Habacuque 2:19|
Aue, te mate mo te tangata e mea ana ki te rakau, Maranga; ki te kohatu reokore, E ara! ma tenei koia e whakaako? Nana, kua oti te koura, te hiriwa, te whakapiri ki a ia, a kahore rawa he wairua i roto.
-
20
|Habacuque 2:20|
Kei tona temepara tapu ia a Ihowa. Whakarongoa, e te whenua katoa, i tona aroaro.
-
1
|Habacuque 3:1|
¶ He inoi na Hapakuku poropiti, ko Hikionoto te waiata.
-
2
|Habacuque 3:2|
E Ihowa, kua rongo ahau i tou rongo, wehi ana ahau: e Ihowa, kia ora tau mahi i waenganui o nga tau, kia matauria i waenganui o nga tau; i te mea e riri ana, mahara ki te tohu tangata.
-
3
|Habacuque 3:3|
¶ I haere mai te Atua i Temana, te Mea Tapu i Maunga Parana. (Hera. Hei hipoki tona kororia mo nga rangi; ki tonu te whenua i te whakamoemiti ki a ia.
-
-
Sugestões

Clique para ler Salmos 100-105
02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva