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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Lucas 14:1|
¶ A, i tona haerenga ki te whare o tetahi o nga rangatira, he Parihi, ki te kai taro i te hapati, na titiro pu mai ana ratou ki a ia.
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2
|Lucas 14:2|
Na, ko tetahi tangata i tona aroaro, he kopu tetere tona mate.
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3
|Lucas 14:3|
Na ka oho a Ihu, ka korero ki nga kaiwhakaako o te ture, ki nga Parihi, ka mea, he mea tika ranei te whakaora i te hapati?
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4
|Lucas 14:4|
A kihai ratou i kiki. Na ka mau ia ki a ia, a whakaorangia ana, tukua ana kia haere;
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5
|Lucas 14:5|
Na ka whakahoki ia ki a ratou, ka mea, Ki te taka te kaihe, te kau ranei, a tetahi o koutou ki te poka, e kore ianei e hutia ake e ia i reira pu ano i te ra hapati?
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6
|Lucas 14:6|
A kihai i taea e ratou te utu enei kupu ana.
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7
|Lucas 14:7|
¶ Na ka korerotia e ia tetahi kupu whakarite ki te hunga i karangatia, i tona kitenga i a ratou e whiriwhiri ana i nga nohoanga rangatira; i mea ia ki a ratou.
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8
|Lucas 14:8|
Ki te karangatia koe e tetahi ki te marena, kaua e noho ki te nohoanga rangatira; kei karangatia hoki e ia tetahi he nui atu i a koe;
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9
|Lucas 14:9|
A ka haere mai te tangata i karangatia ai korua, ka mea ki a koe, Tukua he nohoanga mo tenei; a ka whakama koe, ka haere ki to muri rawa nohoanga noho ai.
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10
|Lucas 14:10|
Engari ka karangatia koe, haere, e noho ki to muri rawa nohoanga; mo te tae rawa mai o te tangata nana koe i karanga, na ka mea ia ki a koe whai kororia ai i te aroaro o nga tangata e noho tahi ana koutou.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva