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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Lucas 19:1|
¶ A ka tomo ia, a tika ana ra waenganui o Heriko,
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2
|Lucas 19:2|
Na ko tetahi tangata, ko Hakiaha te ingoa i huaina ai, he rangatira pupirikana, he tangata taonga ano:
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3
|Lucas 19:3|
I whai ia kia kite i a Ihu he pehea ranei ia: heoi kihai i taea ia i te mano, he tangata poto hoki.
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4
|Lucas 19:4|
Na ka oma ia ki mua, a kake ana ki tetahi hokamora, kia kite i a ia: meake hoki ia tika ra reira.
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5
|Lucas 19:5|
A, no ka tae a Ihu ki taua wahi, ka titiro ake, ka mea ki a ia, E Hakiaha, kia hohoro te heke iho; me noho hoki ahau ki tou whare aianei.
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6
|Lucas 19:6|
A hohoro tonu tona heke iho, a ka koa ki a ia hei manuhiri mana.
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7
|Lucas 19:7|
A, i to ratou kitenga, ka amuamu katoa, ka mea, Kua riro ia ki te tangata hara noho ai.
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8
|Lucas 19:8|
Na ka tu a Hakiaha, ka mea ki te Ariki, E te Ariki, na e hoatu ana e ahau te hawhe o aku taonga ki te hunga rawakore; a, ki te mea kua riro he mai i ahau te mea a tetahi, ka takiwhatia e ahau taku utu.
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9
|Lucas 19:9|
Na ko te meatanga a Ihu ki a ia, Nonaianei te ora i tae mai ai ki tenei whare, he tama nei hoki ia na Aperahama.
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10
|Lucas 19:10|
I haere mai hoki te Tama a te tangata ki te rapu, ki te whakaora i te mea i ngaro.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva