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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Maori -
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1
|Lucas 2:1|
¶ I aua ra ka whakatakotoria he tikanga e Hiha Akuhata kia tuhituhia te ao katoa.
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2
|Lucas 2:2|
Ko te tuhituhinga tuatahi tenei i meatia i te wa ko Kuirinia te kawana o Hiria.
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3
|Lucas 2:3|
A ka haere nga tangata katoa kia tuhituhia, ia tangata, ia tangata, ki tona ake pa.
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4
|Lucas 2:4|
I haere atu ano a Hohepa i Kariri, i te pa, i Nahareta, ki Huria, ki te pa o Rawiri, ko Peterehema te ingoa: no te mea no te whare ia, no te kawei o Rawiri:
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5
|Lucas 2:5|
Kia tuhituhia ai raua ko tana wahine taumau, ko Meri, e hapu ana ia.
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6
|Lucas 2:6|
A, i a raua i reira, ka rite nga ra e whanau ai ia.
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7
|Lucas 2:7|
Na ka whanau tana matamua, a takaia ana e ia ki nga kakahu, ka whakatakotoria ki te takotoranga kai ma nga kararehe; no te mea kahore he wahi mo ratou i te whare.
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8
|Lucas 2:8|
¶ I taua wahi hoki etahi hepara e noho koraha ana, e tiaki ana i ta ratou kahui i te po.
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9
|Lucas 2:9|
Na tu ana tetahi anahera a te Ariki i o ratou taha, a whiti ana te kororia o te Ariki ki a ratou a tawhio noa; a nui whakaharahara to ratou wehi.
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10
|Lucas 2:10|
Na ka mea te anahera ki a ratou, Kaua e mataku: ta te mea he kaikauwhau tenei ahau ki a koutou mo te hari nui, meake puta mai ki te iwi katoa.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva